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Archive for fevereiro \27\UTC 2009

Uma das principais preocupações dos internautas é ter as informações pessoais, em especial as financeiras, roubadas, segundo pesquisa encomendada à Javelin Strategy & Research pela Gemalto, fornecedora holandesa de soluções de segurança digital.

O levantamento, realizado com 2 mil pessoas nos Estados Unidos e na França, mostra que 58% dos franceses e 74% dos americanos temem ser vítimas de roubo de identidade. Isso ocorre porque nos EUA, por exemplo, esta prática aumentou 16% desde 2006.

O estudo destaca ainda que apenas um quarto dos entrevistados nos EUA se sente seguro para digitar senhas e para fazer pagamentos regularmente pela internet. Na França, o índice é ainda menor: 9%. A maioria dos usuários de internet disse ter adotado uma abordagem pragmática e que usa os serviços financeiros apenas em determinadas situações, mais especificamente quando existe a presença de uma marca ou instituição bem conhecida e que ofereça prova de medidas de proteção.

Esse cenário de dúvidas se refletiu também nas compras on-line. Na França, 68% dos entrevistados declararam que decidiram não adquirir produtos pela internet porque não confiam nos sites. Entre os americanos, o índice diminui um pouco e é de 54%.

A pesquisa revelou também outras dores de cabeça dos internautas: 68% dos franceses e 41% dos americanos reclamaram já ter perdido tempo com procedimentos em sites. Muitos comentaram, por exemplo, sobre o acréscimo de etapas de verificação de pagamento e disseram que elas tornam o processo inteiro mais complicado e demorado, eliminando as vantagens das transações on-line.

Em uma outra etapa, o levantamento averiguou também quais os serviços da internet que mais dão margem a desconfianças. Entre os franceses, destaca-se pagamento on-line, download, pagamento com cartão de crédito, envio de documentos criptografados e controle de contas bancárias. Nos EUA, o pagamento com cartão de crédito lidera a lista, seguido por serviços de vendas on-line, pagamento com cartão de banco sem contato, pagamento on-line e download.

A desconfiança com cartão de crédito é facilmente explicada. De acordo com o Relatório Underground Economy Report, esse meio de pagamento responde por 31% dos cibercrimes, que movimentaram, no total, US$ 276 milhões no período de 1º de julho de 2007 a 30 de junho de 2008.

Mas, afinal, em quais organizações os internautas realmente confiam quando se trata de segurança digital? A pesquisa revela que, entre os americanos, 73% não souberam responder; 8% apontaram bancos e também 8% destacaram as autoridades estaduais e federais. Já os franceses acreditam mais em instituições bancárias. O número de aceitação na França mais do que dobra, ficando em 17%, seguido pelas autoridades estaduais e federais, com 14%. Outros 60% dos entrevistados não souberam responder.

O levantamento constatou também que, ao fazer pagamentos pela internet, os usuários ficam mais tranqüilos quando conhecem o site ou quando o banco ou uma empresa especializada garante a transação segura. Essa informação indica que teremos, nos próximos anos, cenários positivos, já que 76% dos americanos concordaram que a facilidade de uso é uma das principais vantagens da tecnologia digital, enquanto 90% dos franceses e 75% dos americanos disseram que a tecnologia ajuda a poupar tempo. E mais: 56% dos franceses e 36% dos americanos fariam compras pela Internet se a segurança fosse aumentada.

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Cinco empresas já estão inscritas para a auditoria no processo de adesão ao sistema de Registro Eletrônico de Saúde, iniciativa encabeçada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) para viabilizar a criação de sistemas que oferecerão à área de saúde brasileira informações mais confiáveis, além de facilitar a transição do papel para o meio eletrônico.

O objetivo da parceria é melhorar a qualidade dos Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES) com garantia de segurança, confiabilidade e total privacidade nas informações de pacientes. Segundo Cláudio Giulliano, presidente da SBIS, a parceria com o CFM-SBIS pode ser entendida como um selo de qualidade para prontuário eletrônico e está em vigor desde agosto de 2008. O processo de Certificação SBIS-CFM destina-se, genericamente, aos S-RES. A definição do que são S-RES é bastante ampla e abrange qualquer sistema que capture, armazene, apresente, transmita ou imprima informação identificada em saúde.

O prontuário eletrônico implica em armazenamento e acesso a dados em tempo real e de forma segura, tanto por parte das clínicas e hospitais, quanto pelos pacientes. “Garantir que as informações do paciente sejam mantidas sob sigilo é fundamental e uma exigência ética-legal. Além disso, os sistemas devem garantir a disponibilidade dos dados sempre que solicitado”, argumenta Giulliano.

Visando facilitar o acesso aos prontuários eletrônicos e possibilitar uma linguagem única na troca de informações, o CFM se cadastrou como Autoridade Certificadora da ICP-Brasil. Dessa forma, o corpo médico trabalhará com o certificado padrão ICP-Brasil.

A SBIS em conjunto com o CFM publicou o manual com os requisitos para cadastro em agosto de 2008 no site http://www.sbis.org.br/certificacao. Nele, estão estabelecidos todos os requisitos, características e regras de segurança que um sistema de Registro Eletrônico de Saúde deve atender.

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Pessoal, o Jefferson mandou por email e estou aproveitando pra postar aqui a mais nova do QUASE ONISCIENTE GOOGLE – o Google Latitude.

Na aula vi algumas manifestações favoráveis e outras completamente avessas à novidade. Fato é que começo a me sentir em Guerra nas Estrelas ou no desenho dos Jetsons…rs. Por outro lado, a novo uso da tecnologia de localização poder servir como ferramenta para vários negócios.

A propósito, que tal o trabalho sobre PARLAMENTO 2.0 contemplar a instalação de um chip com o Google Satelite no status ON (no expediente) em toda a galera do Senado, da Assembléia, da Câmara etc, hein? Fica a sugestão…hahaha

Ver matéria na íntegra

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Reforçando meu post anterior sobre as empresas estarem levando as Mídias Sociais a sério, segue a lista das top 100:

http://vitrue.com/blog/2009/01/29/the-vitrue-100-top-social-brands-of-2008/

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O “mercado do free”

3540235Sabem aquela velha história dos dois sapos que caíram num latão de leite, um desistiu de tentar sair e se afogou, o outro ficou se debatendo tanto que fez o leite virar manteiga (agiu para pensar, em vez de pensar para agir, como diria o Henry Mintzberg) e sobreviveu ? Pois é. Os players do mercado que foi obrigado a virar “mercado do free” com a internet –produtores de músicas, livros, filmes etc.– parecem estar fazendo o mesmo que o segundo sapo. E o leite começa a virar manteiga… E o sapo pode virar príncipe… Estamos tendo o privilégio de testemunhar incríveis inovações varrendo indústrias inteiras. Peter Drucker aprovaria:

  • O YouTube anunciou na semana passada que está abrindo uma loja de downloads. Vídeos poderão ser baixados mediante o pagamento de valores baixos no Google Checkout por quem se inscrever como partner do site e os autores, por sua vez, poderão optar por uma licença do tipo Creative Commons para capitalizar o mercado que se abre. Não dá para saber se eles conseguirão fazer vingar a nova loja –e o hábito de comprar vídeos facilmente copiados. Mas certamente podem estimular os autores e elevar a qualidade.
  • O Google quis oferecer livros digitalizados grátis para os internautas. Mas, por isso, foi levado à Justiça por romper direitos autorais nos Estados Unidos. Agora, acaba de ser anunciado um acordo entre o Google, a Authors Guild e a Associação de Editoras Americanas pondo um ponto final no imbroglio: em linha gerais, o Google ficou podendo escanear os livros e disponibilizar seu acesso contanto que gere receita (vendendo o acesso ou espaço de publicidade) e 63% de toda essa receita gerada será entregue aos titulares dos copyrights.
  • A gravadora brasileira Trama já arrumou um formato para viabilizar o download grátis: marcas financiando o free download. Esse é o projeto Album Virtual da Trama, que começou em 2008 com o lançamento de “Danç-Êh-Sá ao Vivo”, de Tom Zé, seguidos por Macaco Bong (“Artista Igual Pedreiro”), Cansei de Ser Sexy (“Donkey”) e Ed Motta (“Chapter 9”). No site da Trama é possível baixar discos inteiros, incluindo encartes, vídeos e extras, tudo de maneira legal e gratuita. E o artista é remunerado pelos patrocinadores do site que hospeda a obra. 
  • Na linha da Trama, em 2008, o duo inglês Groove Armada (trilha deste post) assinou contrato com a fabricante de bebidas Bacardi em vez de uma gravadora. Nele se previram “a gravação de um álbum e a realização de uma série de shows como o uso livre de todas as músicas e videoclipes deste álbum em comerciais”. E mais: por conta do valor pago pela Bacardi, o Groove Armada disponibilizou a primeira faixa de seu EP (de 4 faixas) gratuitamente no site Bacardi B-Live Share. Para as pessoas terem acesso gratuito à segunda faixa, basta que recomendem a primeira faixa para 20 usuários (no grupo no Facebook). Para pegarem a terceira faixa, devem ter conseguido, cada uma, 200 fãs para a primeira faixa. Para baixar a quarta faixa, por fim, a exigência é mobilizar 2 mil pessoas.
  • A Ilha de Man, parte do Reino Unido, planeja cobrar uma taxa de todos cidadãos para garantir a remuneração dos artistas de um lado e o free download do outro. Acho que seria mais ou menos como a BBC é paga no Reino Unido.

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“É um livro de consulta que tem por objetivo contribuir para que o Brasil compreenda e utilize melhor seu potencial e sua força inovadora, o que resultaria no aumento da própria competitividade na economia global”, explica o autor Gustavo Zevallos, líder da prática de inovação do Monitor Group na América Latina.

A publicação, com 228 páginas, enfoca, sobretudo, a riqueza criativa e o processo de elaboração das inovações surgidas no país, evitando a fria compilação de estatísticas. A própria apresentação dos casos tem formato inovador, que facilita a compreensão e o acesso aos dados técnicos. Desse modo, pode-se escolher a ordem de leitura e os temas que ganharão uma análise mais atenta. O livro, aliás, não se propõe a esgotar o assunto inovação nem apresentar um ranking, mas pode – e deve – ser usado nas seguintes ocasiões:

– como fonte de inspiração para a criação de idéias e desenvolvimento de novos produtos;

– como catalisador para workshops sobre inovação;

– como conteúdo para programas de liderança novos ou já existentes;

– como base para estudos de caso e discussões para programas de treinamento sobre inovação.

 

Um conceito fundamental apresentado em “101 inovações brasileiras” é o das “alavancas de inovação”, ou seja, as modificações em dez aspectos da atividade empresarial que podem levar a importantes saltos de performance. São estas: produtos, tecnologias, processos, logística, serviços, canais, ocasião/localização, marca (branding), redes/ parceiros e modelos de negócios.

Os cases abrangem 26 setores: confecção, vestuário e acessórios; informática; serviços financeiros; eletricidade; farmacêutica e cosmética; química, saúde; telecomunicações; administração pública; alimentação; bebidas; comunicação e gráfica; máquinas e equipamentos; mineração, metalúrgica e siderurgia; petróleo e combustível; serviços; varejo; agropecuária e pesca; celulose e papel; construção; transporte; aeronáutico e aeroespacial; automotivo; educação; embalagem; água, esgoto e lixo; e eletroeletrônicos. Foram analisadas histórias de sucesso dos grandes conglomerados nacionais como Votorantim, Suzano, Petrobrás, Vale, Bradesco, entre outros, e até inovações desenvolvidas por empresas de pequeno porte (com faturamento anual inferior a R$ 5 milhões).

Livro: 101 Inovações Brasileiras
Autor: Gustavo Zevallos
Editora: IOB

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chutenotraseiroCom o mercado cada vez mais competitivo e agressivo, as empresas começaram a enxergar uma grande necessidade de cada vez mais reduzir seus custos e otimizar sua produção para atender os preços ditados pelo consumidor. Investindo assim em sistemas gerenciais de custos e gestão da qualidade.
Porém inicialmente visto até na norma ISO 9000 versão 1994, a preocupação era somente com seus processos internos, olhando apenas para seus “umbigos”, não garantindo assim o crescimento do volume de vendas e tão pouco a sobrevivência da empresa.
Então com a edição em 2000 da ISO 9000, ficou claro para muitas empresas um ponto fundamental, que não era nenhuma novidade no âmbito dos negócios, mas era fatalmente esquecido: Foco no Cliente.
Para atender as necessidades dos clientes, as empresas investem em pesquisas de satisfação e procuram identificar produtos e serviços que atendam tais requisitos. Mas deve haver um grande cuidado ao definir estas necessidades, o ponto chave é descobrir o que os consumidores querem e não o que eles precisam.

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