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Archive for fevereiro \17\UTC 2009

O Sistema Firjan está com inscrições abertas para a 13ª edição do Programa de Capacitação Empresarial “Gestão de Negócios e Decisões em Tempo de Transformações”. O curso, organizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RJ) em parceria com a Coppe-UFRJ, começa no dia 13 de março e será realizado em 15 sessões, com aulas semanais de professores da Coppe e Coppead.
 
O programa é voltado para empresários, sucessores de empresas e dirigentes empresariais, e os capacita a enfrentar melhor os desafios do acelerado processo de mudança na atividade econômica e a acirrada competição de mercado. Desde a primeira edição, em 2000, já passaram por essa qualificação 472 pessoas.
 
Os temas abordados serão Gestão Empresarial (Estratégia, Marketing, Gestão Financeira e Custos, Gestão da Qualidade e Gestão de Pessoas); Gestão da Informação (Logística, Sistemas Integrados de Gestão, A Internet e os Negócios, Sistemas de Informação, Planejamento de Operações); Gestão do Conhecimento (Prospectivas e Cenários Tecnológicos, Gestão do Capital Intelectual, Gestão de Projeto e de Produto, Interação Universidade-Empresa).
 
O curso abrange ainda outras visões de gerenciamento como Gestão Ambiental e de Mudança, Ética, Design, Relações Institucionais, Inovação & Linhas de Financiamento, Responsabilidade Social e Sucessão Empresarial e Sócios.
 
As aulas acontecerão na sede da Firjan (Av. Graça Aranha 1/12º andar, Centro). O investimento no curso é de R$ 1.836 (parcelados em 4 x R$ 459), para empresas associadas ao Centro Industrial do Rio de Janeiro (Cirj) e sindicatos filiados ao Movimento Sindical da Firjan. Para os não-associados, o custo é de R$ 2.620 (4 x R$ 655). Inscrições e informações no site da Firjan (www.firjan.org.br), pelos telefones (21) 2563-4187 e 2563-4337 ou pelo e-mail iel@firjan.org.br.

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A utilização de redes sociais como ferramenta de negócio é uma grande oportunidade para as empresas em todo o mundo. E o seu emprego, seja para aumentar a visibilidade ou reduzir os gastos com marketing, começa a ganhar cada vez mais adeptos entre as empresas.

Segundo Karin Arnold, gerente geral do Telecom Solutions Labs da IBM, as empresas podem usufruir das redes sociais para mudar o seu modelo de negócios, como a relação com clientes e parceiros. Entre as várias oportunidades, a executiva cita que as companhias podem se aproveitar de informações contidas em redes sociais, como Orkut, Facebook, Second Life, para descobrir os desejos das pessoas e realizar campanhas de marketing mais assertivas. “As companhias podem pegar um grupo de usuários como mercados-alvo e fazer campanhas virtualizadas e com gastos menores”, analisa Karin, em entrevista exclusiva à TI INSIDE Online.

Outra oportunidade encontrada nas redes sociais, apontada por ela, é o fato de gerarem uma interação com os clientes, o que pode auxiliar no desenvolvimento dos produtos, possibilitando a empresa de colocar produtos mais adequados no mercado.

Segundo a executiva, a abrangência das redes sociais é muito grande, e ao oferecer um portal de comunicação e interação com os consumidores, as companhias geram, por tabela, a fidelização destes. “A utilização de redes sociais pode contribuir com o aumento das receitas”, atesta Karin.

Ela ressalta que o atendimento via redes sociais, como Orkut, Secon Life e Facebook, podem, inclusive, substituir as atuais ferramentas de bate-papo (chats). Um case é o de uma rede varejista americana, que se utiliza do Second Life para dar suporte aos consumidores na instalação dos produtos, como uma TV, por exemplo.

Além disso, Karin ressalta que no mundo corporativo é possível utilizar as redes sociais para intensificar e facilitar a comunicação e a colaboração com os parceiros e fornecedores, assim como com os clientes, para a demonstração de produtos e serviços, realização de reuniões e fechamento de negócios, tudo realizado virtualmente.

“Tudo isso traz mais idéias para as empresas e gera mais negócios. As redes sociais otimizam a atuação com as parcerias e agilizam as tomadas de decisões”, observa Karin.

Mesmo com o cenário sendo propício para a utilização das redes sociais para incrementar os negócios, as empresas ainda não estão adotando com ênfase essa ferramenta como parte de suas estratégias. Segundo Karin, as companhias estão passando por um processo de entendimento da dinâmica e das reais potencialidades das redes sociais.

“As companhias ainda não entendem como usar os blogs e as redes sociais. Mas estão começando a usufruir dos benefícios desses meios, fazendo campanhas. A tendência é que cresça o número de empresas que se aproveitarão dessa oportunidade para ampliar os negócios”, avalia a executiva.

De acordo com Karin, a tecnologia já propicia a possibilidade de utilizar a redes sociais para os negócios, integrando-as com o mundo real, mas existem problemas que atrasam a adesão desses modelos.

Um deles diz respeito a entraves políticos em relação às redes sociais, que em alguns países geram problemas para o uso dessas mídias.

No Brasil, pelo fato das pessoas serem mais comunicativas e utilizarem com mais afinco as redes sociais, a executiva acredita que o uso destes meios pelas empresas pode ter um retorno mais rápido e ser um importante meio de comunicação e colaboração das companhias com seus clientes e parceiros.

Segundo Karin, para obter sucesso na estratégia de utilizar redes sociais nos negócios, as empresas precisam ter um amplo portifólio de soluções, com estratégias adequadas para cada meio. “Assim, conseguirão adaptar suas estratégias com mais facilidade, sendo mais agéis em seus negócios, gerando maiores possibilidades de sucesso e retornos”, conclui.

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By Jessica Twentyman

Published: January 27 2009 16:52 | Last updated: January 27 2009 16:52

At each stage in its extraordinary development, the internet has encountered scepticism and resistance in boardrooms. Alarms have greeted each internet-based technology: would it distract employees or, worse, create unacceptable risks?

Over time, internet tools have been accommodated and have delivered huge benefits. But the same questions are now being asked about the latest generation of internet technologies, such as social networking tools.

Much attention has been lavished on the poster children of the Web 2.0 phenomenon – Facebook, YouTube, Twitter and the like – but for many business leaders, such consumer-led innovations seem frivolous, and have little to do with developing new products, increasing market share or streamlining clunky business processes. Some ban Web 2.0 tools.

They need to be aware, however, that a quiet revolution is taking place. That’s the message from Soumitra Dutta and Matthew Fraser, academics at the Insead business school in France and authors of Throwing Sheep in the Boardroom.

They detail how companies, including General Electric, Procter & Gamble, Shell and Airbus, are busy integrating social networking into their corporate strategies. These companies, say the authors, are showing that the use of blogs, wikis, widgets and other Web 2.0 tools “encourages horizontal collaboration and harnesses the power of collective intelligence to boost productivity, foster innovation and create enhanced value”.

Veja a materia na íntegra

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Vale à pena dar uma conferida!

telefonia

Quero compartilhar um vídeo da Campus Party com vcs. A palestra de Bruno Oliveira, da Telefónica, traz muita coisas que tem sido discutida nas aulas sobre INOVAÇÃO, REDES SOCIAIS, EMPREENDEDORISMO, MAPA MENTAL, INVESTIDORES etc, com e indicações de sites e investidores. A qualidade dos vídeos não está muito o boa pq fiz na minha câmera digital pessoal e reduzi para ficar mais rapido, mas vale à pena dar uma conferida!

Apresentação (PPT):
campus-party-v2

Vídeos (Youtube):

Parte I – Inovação e Venture Capital

Parte II – Web 2.0 e Investidores

Parte IIIa – Sites inovadores

Parte IIIb – Cont. Sites inovadores e Projeto Telefonica

Parte IV – Propriedade Intelectual

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Segue uma lista com livros e vídeos recomendados durante o curso:

LIVROS:

  1. Convergência Digital
  2. O lado oculto das mudanças – Luc de Brabandere
  3. Brasil eficiente, Brasil cidadão – Rosa Lima e Marcos Cavalcanti
  4. Previsivelmente Irracional – Dan Ariely
  5. Economia da Cultura – Luiz Carlos Prestes
  6. Vícios privados, benefícios públicos – Eduardo Glanetti
  7. Bernardinho, virando a própria mesa –
  8. Relatório Pop Corn
  9. Freakonomics, o futuro da competição – Saraswat e Prahalad
  10. Tentar a segunda vez
  11. 101 Innovation Break Thoughts
  12. A Cauda Longa (existe e-book)
  13. Como (não) matar a criatividade? – Teresa Amabile
  14. Innovation in Japan
  15. Improving performance
  16. O mundo é plano
  17. Amazon
  18. Cibercultura – Pierre Lévy
  19. Gutemberg – John Mann
  20. Here comes everybody – Clay Shirky
  21. So por prazer – Linus Torvald
  22. Uma breve história do futuro – Jacques Attali
  23. 101 Inovações Brasileiras – Gustavo Zevallos

VÍDEOS:

  1. Tempos Modernos – Charles Chaplin
  2. Lutero

Quem tiver sugestões pessoais, contribua. A turma agradece!

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Gestor de Redes Sociais: conheça uma das carreiras quentes em tecnologia 

Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD

30 de janeiro de 2009 – 07h00

Hoje, é impossível para uma empresa ignorar a web. Muitas companhias, no entanto, ainda estão distantes das redes sociais e comunidades on-line, fenômeno que começou a ganhar força a partir da metade desta década. Saber lidar com essas ferramentas pode garantir que a reputação da organização siga em alta ou para melhorar o atendimento ao cliente, só para citar alguns exemplos.

Nasce, então, um novo tipo de profissional: o gestor de redes sociais. O cargo não exige formação específica em tecnologia da informação, mas obriga que o interessado conheça as últimas novidades da internet e tenha uma quase obsessão por se manter conectado.

Acompanhar com muita atenção ferramentas como Orkut, Facebook, blogs e Twitter é essencial. Administrar com eficiência o blog corporativo e conhecer técnicas de SEO (otimização de sites para mecanismos de busca) são outras exigências. Além disso, o gestor de redes sociais deve conseguir manter tudo interligado com o site da empresa.

Para Robert Andrade, analista da consultoria Robert Half, ainda não existe um perfil definido sobre este tipo de profissional. “Atualmente, quem atua nesta área acaba sendo alguém da própria companhia que conhece muito da cultura e dos produtos da empresa”, afirma. Segundo ele, este profissional conquista habilidades na internet que não são oferecidas em faculdades ou em cursos técnicos, mas apenas pela curiosidade de quem quer saber o máximo sobre o tema.

Gestor de redes sociais_salarios

Quer conhecer um gestor de redes sociais?
Roberto Loureiro é o gestor de redes sociais da Tecnisa. Oriundo da área de marketing da empresa, ele conseguiu o cargo após obter bons resultados na internet, mantendo em alta a reputação na web e fechando negócios no ambiente on-line.

Roberto é responsável pelo blog corporativo, que se transformou em um dos principais canais de relacionamento da empresa com o cliente, e abriu caminho para outras iniciativas – entre elas, nas redes sociais. “Hoje, o blog é uma espécie de ouvidoria. Quem recorre a ele tem respostas rápidas e não precisa recorrer a outras mídias que prejudicariam a nossa reputação”, conta.

Ele também monitora as redes sociais, buscando clientes com algum tipo de insatisfação, utiliza o twitter para anunciar lançamentos e aplica técnicas de SEO para retirar das primeiras páginas do Google os resultados que trazem coisas negativas da empresa e subir as referências positivas.

Para o futuro próximo, Loureiro aposta no relacionamento com clientes via celulares, tanto para gerar negócios e quanto para reforçar a reputação.

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