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Archive for março \27\UTC 2009

Pessoal,

Segue no link abaixo a chamada para o Global Make Conference, que acontecerá em São Paulo,
em maio.

http://arquivos.premiomake.com.br/news/boletim/boletim_layout.asp?id=5
Abraços,

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Policial responsável pela prisão havia postado indicações de desonestidade e violência em seus perfis do Facebook e MySpace.

As atuais redes sociais permitem ao seu usuário cadastrar um “status”, um estado emocional ou algo que esteja fazendo no momento. Exatamente este recurso foi usado para provar a inocência do suspeito Gary Waters, acusado de porte ilegal de armas e resistência à prisão.

O site Slashdot afirma que o recente caso aconteceu em Nova York. A defesa utilizou informações publicadas no perfil do policial responsável pela ação em sites de relacionamento Facebook e MySpace.

O julgamento poderia ter tomado um rumo diferente se o oficial Vaughan Ettienne, há poucas semanas, não tivesse modificado a informação “humor” em seu perfil no MySpace como “desonesto”, um dia antes do réu ser encontrado com a suposta arma.

De acordo com o site New York Times o réu é um ex-presidiário, que cumpriu pena por tráfico e posse de moto roubada. O réu, porém, alegou que desta vez teve uma arma “plantada” entre seus pertences para justificar um espancamento sofrido e três costelas quebradas.

Reforçando a defesa, o policial ainda havia inserido, também semanas antes do julgamento, em seu perfil do Facebook a informação de que estava assistindo ao filme “Dia de Treinamento” para se aperfeiçoar. O filme de 2001 conta a história de policiais, entre eles um veterano corrupto, conforme lista a
Wikipédia.

Ettienne já havia tido atividades suspensas pelo uso de esteróides, que afirmou ter obtido com autorização médica, mas que de acordo com a defesa poderia explicar o comportamento agressivo do oficial.

Alguns comentários feitos pelo oficial em vídeos também serviram para convencer o júri da inocência de Waters. Nesses vídeos, disponíveis no YouTube, Ethienne aparece efetuando prisões de suspeitos e fazendo comentários comprometedores.

O policial se defendeu e disse que na internet são criados personagens, diferentes da vida real. Alega também que possui centenas de comentários positivos. Ettienne diz que se sente culpado, já que se pintou como alguém que poderia ser extremamente agressivo, gerando a dúvida, e afirmou que agora terá mais cuidado com sua identidade na web.

http://www.geek.com.br

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hp_20071022_oqueeaeticaorganizacional

A ética é a base para a construção de relações duradouras. A ética, assim como o lucro, deve ser uma premissa para as empresas. Uma premissa e não um objetivo. A ética e o lucro são como o oxigênio para as pessoas. Precisamos do oxigênio para viver, mas respirar não é nosso objetivo de vida. Essa idéia norteia o conceito de ‘Empresa Válida’, desenvolvido pela Escola de Marketing Industrial (Gazeta Mercantil, São Paulo, 06 out. 2005, p. C-8).

A empresa válida não atua apenas como um agente econômico, mas também como um agente do desenvolvimento social e de criação de riquezas. Significa preservar o patrimônio interno e externo, estar continuamente preocupada em criar utilidades para a satisfação de seus clientes, manter e desenvolver seus patrimônios humano, cultural, tecnológico, econômico e material. A empresa válida constrói uma cadeia de valor, faz coisas genuínas e autênticas, cria prosperidade entre todos os agentes da cadeia produtiva e estabelece relações significativas. Isso tudo corresponde à responsabilidade social da empresa, decorrência natural de sua atividade econômica (id.).

São oito os princípios e conceitos de como dirigir uma empresa válida, de acordo com a Escola de Marketing Industrial:

  1. criar produtos de valor (utilidades);
  2. criar e manter clientes satisfeitos;
  3. promover a capacidade de evolução deliberada;
  4. atrair, desenvolver e manter talentos;
  5. construir e manter relações significativas;
  6. usar os recursos produtivamente;
  7. praticar princípios de conduta aceitos pela sociedade;
  8. obter um lucro admirável e merecido perante a sociedade (id.).

Colocar em prática o conceito de ética nas relações corporativas não é uma tarefa fácil, conforme pesquisa realizada pela Dow Brasil envolvendo 250 pessoas instadas a responder sigilosamente sobre questões definidas como dilemas éticos. Das pessoas pesquisadas, 36% fechariam contrato com um amigo do gerente, mesmo se esse amigo oferecesse um preço menor por meio de concorrência desleal; 33% não agiriam se vissem um funcionário ser favorecido por uma relação afetiva mais próxima com seu supervisor; e 90% liberariam uma informação confidencial a um amigo para protegê-lo ou beneficiá-lo (id.).

Honestidade, confiança e integridade trazem a lealdade dos clientes, afirma Geraldo Barbosa, presidente da Becton, Dickinson and Company (BD) para o Brasil e para a América do Sul (id.).

A governança corporativa gira em torno de quatro conceitos, todos interligados: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade. Mas nenhum deles pode ganhar consistência prática sem o sólido alicerce dos valores éticos, diz Emerson Kapaz, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial. Os valores éticos são a fonte da acumulação de forças indispensáveis para a entrada num novo período no qual práticas escusas sejam rechaçadas e contrapostas por outras saudáveis e úteis à sociedade, acrescenta ele (Gazeta Mercantil, São Paulo, 17 out. 2005, p. B-3).

O Brasil está em 5º lugar na América Latina em ética nos negócios, superado pelo Chile, México, Argentina e Peru, de acordo com a Management & Excellence (M&E), de Madri. A ética é crucial para os empresários terem confiança num sistema, adverte a M&E (Folha de S. Paulo, São Paulo, 09 set. 2005, p. B6).

“O ato é moralmente bom quando supõe ao mesmo tempo a bondade do objeto, do fim (o fim não justifica os meios) e das circunstâncias” (“Pergunta 368” in “Compêndio do Catecismo da Igreja Católica”, Edições Loyola).

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Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.  

Aquilo me fez refletir: ‘Qual dos dois modelos produz felicidade ?’

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:

– ‘Não foi à aula ?’

Ela respondeu:

– ‘Não, tenho aula à tarde’.

Comemorei:

– ‘Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde’.

– ‘Não’, retrucou ela, ‘tenho tanta coisa de manhã…’

– ‘Que tanta coisa? ‘, perguntei.

– ‘Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina’, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: ‘Que pena, a Daniela não disse: ‘Tenho aula de meditação !’                            

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.                                       

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis  livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias ! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: ‘Como estava o defunto ?’. ‘Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite !’ Mas como fica a questão da subjetividade ? Da espiritualidade ? Da ociosidade amorosa ?

Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi­nho de prédio ou de quadra ! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais.

E somos também eticamente virtuais…

A palavra hoje é ‘entretenimento’; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que   felicidade é o resultado da soma de prazeres: ‘Se tomar este refrigerante, vestir este tênis,­ usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá !’ O problema é que, em geral, não se chega ! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba­ precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.                         

sonho-de-liberdadeO grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.             

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas… Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno… Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald…Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: ‘Estou apenas fazendo um passeio socrático.’ Diante de seus olhares espantados, explico: ‘Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !”                

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jornalismo1Embora as machetes abaixo sejam apenas uma grande brincadeira (momento de descontração), cabe a reflexão: Não estariam estas voltadas para determinados nichos de mercado ? Claro que sim ! Mas a minha dúvida é uma só: Seria isso Ético ? Honestamente eu não sei…Mas a verdade, nua e crua, é: as oportunidades estão aí !

 

JORNAL NACIONAL
(William Bonner): ‘Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por  lobo na noite de ontem…’.
(Fátima Bernardes): ‘… mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia’.

PROGRAMA DA HEBE
(Hebe Camargo): ‘… que gracinha gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo ?’

BRASIL URGENTE
(Datena): ‘… onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades ? Cadê as autoridades ?! A menina ia para a casa da vovozinha a pé ! Não tem transporte público ! Não tem transporte público !
E foi devorada viva… Um lobo, um lobo safado. Põe na tela !! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.’

REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.

REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.

FOLHA DE S. PAULO
Legenda da foto: ‘Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador’.
Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.

O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.

O GLOBO
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.

JORNAL MEIA HORA
Chapeuzinho escapa do créu de lobo taradão da zona oeste pelo machadão de lenhador.

ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.

AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó

REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte, na ilha de Caras)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: ‘Até ser devorada,eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa’

PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.

REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

G MAGAZINE
(Ensaio fotográfico com lenhador)
Lenhador mostra o machado

SUPER INTERESSANTE
Lobo mau ! mito ou verdade ?

DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver

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ft08Acredito que as relações contratuais (principalmente na Prestação de Serviços) passarão por uma grande transformação; mudando por completo o modelo de remuneração que conhecemos: tantos os ativos tangíveis quanto os  intangíveis serão parcelas do resultado.

O que vocês acham ?

PS.: Disponibilizei uma palestra que ministrei em um Congresso de Engenharia no ano de 2008 e dois vídeos para que lhes sirvam de material de apoio para a contestação de minhas idéias.

Vídeo 1

Vídeo 2

Contratos Remunerados com base no Desempenho na Era do Conhecimento

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Assista ao vídeo oficial da Hora do Planeta e veja como pessoas, empresas e cidades do mundo inteiro estão se mobilizando neste movimento pelo futuro da Terra:
Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3

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