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Archive for maio \29\UTC 2009

O que é uma HDTV ?
hdtvHigh Definition TV ou TV de alta definição. Associadas a grande tamanho de tela e fina espessura, na verdade esses equipamentos se destacam pela melhor resolução. Nesse ponto, há dois tipos de aparelho e é importante verificar esse dado. Há modelos com 720 linhas e com 1080 linhas.

É importante tomar cuidado com esse detalhe, pois ver um filme em Blu-ray, que tem 1080 linhas, em um modelo de TV com 720 linhas, o resultado não será satisfatório.

Sinal digital x alta definição
Pode parecer a mesma coisa, mas não é. O primeiro representa apenas a forma como a imagem é transmitida, como se fosse o meio de transporte da cena. Com ele, a programação chega sem chuviscos, sem sombras e sem chiado.

O sinal digital também permite interatividade. É possível programar horário para avisar a que horas um programa começará, por exemplo, sem pagar nada a mais por isso. O inconveniente é que para sintonizar o sinal digital é necessário ter um conversor.

Já o sinal de alta definição é o que vai interferir de forma mais evidente na qualidade da imagem da televisão: são 525 linhas para o padrão de tubo contra 720 ou 1.080 para alta definição. Mas isso depende de como a programação, filme ou novela foram gravados. Um filme gerado na resolução de 480 linhas (DVD) terá apenas essa resolução na sua TV, mesmo que ela seja de alta definição.

Plasma ou LCD ?

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morda%C3%A7aO que todos os usuários responsáveis da internet temiam aconteceu: a Justiça condenou o dono de um blog a pagar indenização a um cidadão que se sentiu ofendido por comentários feitos por um leitor da página.

O problema que desabou nas mãos da Justiça de São José dos Campos levantou uma questão em torno da liberdade de expressão e de quem é o responsável por esse direito. Na internet, qualquer um pode abrir um site e dizer o que bem entender. Basta saber que será responsabilizado por qualquer infração, civil ou criminal, que cometer com as suas palavras. No caso dos blogs, o problema é maior. O dono do site, em geral, abre um espaço para os leitores discutirem e, dificilmente, monitora minuto a minuto. Nesse ínterim, pode ser pego desprevenido e responsabilizado por ofensas ditas pelos leitores.

Foi o que aconteceu com Fernando Gouveia, dono do blog Imprensa Marrom. Ele foi condenado a pagar 10 salários mínimos (o equivalente hoje a R$ 3.500) para o empresário João Pedro Caiado de Castro. O motivo: Castro considerou ofensivo um comentário deixado por um leitor do blog. A decisão é da juíza Ana Paula Theodosio de Carvalho, de São José dos Campos, provavelmente uma das primeiras a decidir sobre a questão.

Por causa do tal comentário, o blogueiro foi obrigado a retirar seu site do ar durante um tempo. Na sua página, ele dá a sua versão do que aconteceu e afirma: blogueiros, retirem a parte aberta para comentários do site. Ou seja, acabem com a liberdade dos leitores de dizer o que bem entendem. Ele próprio fez isso no Imprensa Marrom.

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0000069899A opinião é unânime. Os vídeos dos TED Talks são uma delícia de ver. Qual é o segredo dessas palestras ? O primeiro, e principal, segredo é: só tem gente bamba falando.

Mas, mesmo que você não seja tão bamba quanto esse pessoal, pode fazer uma apresentação em sua empresa, ou para clientes, ao estilo TED Talk. Basta seguir as 10 regras formatadoras (DOs & DONT’s).

1. Não despeje o conteúdo simplesmente.
2. Sonhe um sonho grande ou mostre algo realmente novo – ou ainda algo que você nunca compartilhou antes.
3. Revele sua curiosidade e sua paixão.
4. Conte uma história.
5. Comente à vontade sobre o que outros falam, trazendo à tona concordâncias e controvérsias.
6. Não se apegue muito ao ego. Mostre vulnerabilidade, exiba (use) seus fracassos tanto quanto seu sucesso.
7. Não venda nada no palco: nem sua empresa, nem produtos, nem livros. Nem peça dinheiro.
8. Lembre-se o tempo todo de que rir (e provocar risos) é bom.
9. Não leia sua apresentação. Jamais.
10. Não roube o tempo dos que o estão seguindo.

Também há exemplos de apresentações igualmente impactantes apesar dos recursos variarem:

• Sem slides e sem script (no teleprompter): Ken Robinson/Do schools kill creativity?
• Com slides incrivelmente visuais: Seth Godin/Why tribes, not money or factories, will change the world
• Com slides simples (mas de alto impacto): Al Gore/15 ways to avert a climate crisis
• Com script (no teleprompter) e sem slides: Isabel Allende/ Tales of passion
• Com slides supérfluos, em bullets: Tony Robbins/Why we do what we do
• Com script (no teleprompter) e com slides: Jill Bolte Taylor/My stroke of insight
• Com slides que são mera desculpa para contar histórias: Hans Holing/Debunking third-world myths with the best stats you’ve ever seen
• Com excesso de slides: Larry Lessig/How creativity is being strangled by the law
• Com música ao vivo: Ben Zahnder/Classical music with shining eyes

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Estou reproduzindo abaixo uma matéria bem legal da ResultOn sobre avaliação de intangíveis:

Marca, know-how, ambiente de trabalho, patentes, capital intelectual, inovação, recursos humanos. Toda empresa é o resultado da soma de seus ativos tangíveis e intangíveis. Levando em consideração que os tangíveis são todos aqueles bens físicos, como calcular os intangíveis? Como obter os resultados que mostram o quanto sua empresa vale no mercado? Diversas teorias e cálculos podem ajudar na hora de saber o quanto você vale.

Lei No Brasil, a Lei 11.638/2007 regulariza o cálculo do intangível apenas como demonstrativo. Por isso, seus valores não servem como base para cobrança de impostos ou de qualquer outra contribuição tributária.

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 Quem são eles?

Os ativos intangíveis são tudo aquilo que não é físico. Investidores recorrem a eles para avaliar o potencial competitivo dos empreendimentos, e nos EUA sua mensuração é obrigatória. Por aqui, apenas as grandes companhias precisam apresentá-los em seus balanços patrimoniais. Mas as pequenas também podem usar os intangíveis para medir o próprio potencial. Por isso,
pedimos a Eduardo Kayo, professor de Administração na pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, para elaborar uma lista com os ativos intangíveis essenciais a qualquer empresa. Veja abaixo:

Alguns ativos intangíveis

Ativos humanos

– Conhecimento, capacidade, talento, habilidade e experiência
– Empregados-chave
– Treinamento e desenvolvimento

Ativos de inovação

– Pesquisa e desenvolvimento
– Patentes
– Fórmulas secretas
– Know-how tecnológico

Ativos estruturais

– Processos
– Softwares proprietários
– Banco de dados
– Sistema de informação
– Sistemas administrativos
– Inteligência de mercado
– Canais de mercado

Ativos de relacionamento

– Marcas, logos e trademarks
– Direitos autorais
– Contratos de clientes, fornecedores, licenciamentos e franquias
– Direitos de exploração mineral e de água, entre outros

Mensurar os ativos intangíveis mostra qual é o valor da empresa percebido pelo mercado. Exemplo clássico disso é o da Coca-Cola. Somando-se suas fábricas, caminhões, maquinários etc., tem-se uma empresa que vale US$ 6 bilhões. Computando-se os ativos intangíveis (como a marca), o valor salta para US$120 bilhões.

Calcule

Alguns ativos, como a marca, são difíceis de precificar ou quantificar. “Muitos dizem que a diferença entre o valor de mercado e o valor contábil de uma empresa seria equivalente ao intangível, mas essa é uma definição extremamente simplista”, observa Kayo.

O cálculo dos ativos depende de muitas variáveis, como, por exemplo, o valor intrínseco e o valor de mercado da empresa. O valor de mercado é fácil de descobrir quando a empresa possui ações na bolsa ou olhando-se o balanço no fim do ano. Já o intrínseco depende do fluxo de caixa que o investidor espera possuir no futuro. Para se chegar ao valor intrínseco, usa-se a seguinte fórmula:

formula
Vi
= valor intrínseco do ativo ou da empresa
FC
= fluxo de caixa esperado para o período t
k = taxa de desconto adequada ao risco do ativo ou da empresa
t = período correspondente ao fluxo de caixa

Mercado

Há quem ganhe dinheiro calculando o valor dos intangíveis das empresas. É o caso da Intcom, startup carioca que, apesar de não divulgar seu faturamento, conseguiu fechar negócio com a Vale, a Mongeral e a Wilson, Sons no último ano. Sua metodologia procura medir os ativos intangíveis a partir da percepção humana. Observando grupos – podem ser funcionários que participaram de um curso, por exemplo – e coletando opiniões, a Intcom chega ao dado que informa se o curso resultou em aumento da produtividade. “Esses ativos não estão refletidos nas demonstrações financeiras, mas se transformam em benefícios quando associados a alguma atividade ou ação da companhia”, defende Álvaro Antunes, sócio da empresa. Os intangíveis parecem ser um movimento do mercado para atribuir valor ao que há de humano nas empresas. Como conclui José Roberto Martins, dono da GlobalBrands: “O cálculo do valor das empresas não envolve apenas o levantamento de números ou da sua contabilidade, o que é até fácil. Difícil é apurar informações que revelem o que as pessoas querem realmente saber e o que torna os negócios valiosos na sociedade do conhecimento: valores humanos, associados a flexibilidade, inteligência e capacidade de adaptação rápida ao mercado; poder de inovação e comercialização de soluções em tempo rápido; infraestrutura de negócios associada a uma marca forte”.

Fonte: ResultOn

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twitter-icon-packSegundo a Folha On-line, o alto índice de desistência dos usuários, como apontou uma pesquisa recentemente, não é uma contrariedade para que Google e Apple, verdadeiros gigantes de tecnologia, demonstrem interesse em comprar o sistema de microblogs.

Segundo o website especializado em tecnologia Techcrunch, a ferramenta de busca do Twitter, denominada “Twitter Search“, figura como o aspecto mais promissor do microblog. Pessoas conversam sobre assuntos mundanos em suas atualizações, ou se conectam às companhias, ou seguem celebridades – mas ainda em uma escala pequena. O real poder do microblog, aparentemente, reside na agregação de dados. E o Twitter também sabe disso.

Segundo Santosh Jayaram, novo responsável por capitanear as operações do Twitter, a ferramenta de buscas do Twitter vai rastrear e indexar links externos. Isso significa que não haverá apenas um fluxo de tweets textual, mas o armazenamento de milhões de páginas da internet. Algumas contendo spam, claro. Mas esse serviço deve ajudar a organizar o bom conteúdo da rede, algo um tanto difícil, desde a explosão da “bolha” da internet.

Tudo indica que o Twitter Search também irá indexar o conteúdo dessas páginas. É isso que o Google faz (Obs.: Jayaram foi responsável pelo setor de Pesquisa e Qualidade do Google). A busca do Twitter não deverá indexar tantas páginas como o Google – mas esse não é o ponto. O microblog não tem pretensão de substituir o Google. O Twitter Search deve ser uma ferramenta menor, mas poderosa, para pesquisa em tempo real.

O maior trunfo do microblog é o fator tempo real. Muitas vezes há atrasos no website, mas ele é mais rápido do que o Google – graças à natureza do tweets (rápido para enviar) versus a natureza das páginas web (lentas para construir). Não está claro, no entanto, a forma como realmente o Twitter usará a página dos resultados da pesquisa.

A empresa pretende adicionar algum tipo de “filtragem de reputação” para a busca oferecer melhores resultados (entenda-se a idéia de filtragem do Twitter Search a partir da “autoridade” do usuário). Engenheiros do site estariam calculando de que forma se estabeleceria esta reputação. Isso parece indicar que não seria baseado apenas no número de seguidores que você tem.

É viver para ver !!!

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Mais uma do Google !!!

42-16239515Como garantir que as melhores mentes da sua empresa não se sintam desestimuladas e acabem procurando oportunidades mais desafiadoras ? Para o Google a resposta está, como sempre, num algoritmo O gigante da internet está “combinando dados de relatórios de funcionários e históricos de pagamentos e promoções em uma fórmula matemática que o Google acredita que poderá identificar quais de seus 20 mil funcionários tem mais tendência de sair”, segundo reportagem do Wall Street Journal (WSJ).

A compahia de internet, emprego dos sonhos de muitos, está sofrendo com seu próprio gigantismo, com funcionários deixando o barco por sentir que não fazem mais a diferença numa empresa que perdeu o frescor de iniciante. Nas últimas semanas o Google já perdeu o gerente de vendas Tim Armstrong e o de publicidade David Rosenblatt.

rba1_08Representantes do Google não dão detalhes sobre a fórmula, que ainda está em testes. Segundo o WSJ, no entanto, já foi possível “identificar funcionários que se sentem subutilizados, uma reclamação chave entre os que pensam em sair”.

O objetivo principal do algoritmo é “entrar na cabeça das pessoas antes que ela saibam que podem nos deixar”, diz Laszlo Bock, responsável pelos recursos humanos da empresa. Ouvido pelo WSJ, Edward Lawler, diretor do Centro de Organizações Efetivas da Universidade do Sul da Califórnia, disse que o Google é um pioneiro no uso de dados quantitativos para a tomada de decisões sobre pessoal.

– Eles estão claramente a frente do seu tempo, mas várias companhias estão acordando para o fato de que existem vários modelos que podem fornecer dados cruciais para o capital humano – diz Lawyer.

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Acabo de publicar uma colaboração no blog Plantão Online  na qual falo sobre Sustentabilidade com enfoque no Varejo. Gostaria de compartilhar com vocês. Espero que gostem!


Todos nós temos ouvido falar em Sustentabilidade faz algum tempo. No mundo corporativo, ironicamente, muitas empresas investem em campanhas verdes apenas preocupadas em melhorar a percepção de sua marca no mercado, mas não desenvolvem ainda programas estruturados. Por outro lado, empresas que já atingiram ou estão evoluindo para uma fase associativa vêm adotando práticas de responsabilidade social e sustentabilidade à sua gestão. Sua grande questão é otimizar resultados dentro de um processo sustentado, no qual as relações fornecedores-clientes são integradas ao sistema, as necessidades ecológicas e sociais do ambiente em que atuam são vistas como força coordenadora, e os colaboradores são vistos como cidadãos. 

sustentabilidade

Independentemente do porte da empresa e da fase em que ela se encontra, é fato que possui sua cota de influência no ambiente em que atua. Um relatório da CBI (Confederação das Indústrias Britânicas) revelou por exemplo, que varejo, alimentação e bebidas, atacado e agricultura juntos são responsáveis por 25% das emissões de gases poluentes no ambiente.  Logo, avançar no sentido de adotar ações efetivamente sustentáveis é bastante relevante.

No Brasil, as práticas mais disseminadas ainda são aquelas que geram vantagem econômica para o indivíduo. Recente estudo da WWF-Brasil mostrou que 87 % dos entrevistados adquiriram hábito de fechar a torneira ao escovar os dentes, 80 % desligam o computador e a TV caso não estejam usando e 54 % reduziram o tempo de banho para menos de 10 minutos. Em média, 85% dos pesquisados disseram que vale a pena pagar mais caro por produtos que não agridem o meio ambiente, embora apenas 52 % admitem que já fizeram isso.

 Sabendo disso, será que o setor varejista poderia adotar, por exemplo, incentivos financeiros ou campanhas mais convincentes para a compra de produtos menos poluentes ou que não agridem o meio ambiente? Ou que tal criar uma logística eficiente de recuperação de produtos – autônoma ou em parceiras até com seus concorrentes (um conceito de coopetição)? Seria uma boa forma de auxiliar o consumidor que compra um novo produto a descartar adequadamente o seu antigo – que era mais nocivo ao meio ambiente – evitando o descarte em rios, vias, ou lixo comum e provavelmente influenciando no processo de decisão de compra.

Bem, como eu mencionei acima, a identidade da empresa pode ser percebida de maneira diferente de acordo com a fase em que se encontra. E isso pode estar mais ligado ao processo sustentável, ou não. De qualquer forma, fica a dica de 7 ações atualíssimas para a sustentabilidade:

1)      Identificar os intangíveis, bem como mapear os processos da empresa desde a cadeia produtiva até o relacionamento com atores externos.

Já é comum adotar métodos de uso racional de energia e matéria-prima, uso de tecnologias alternativas e limpas, gestão de resíduos e outras intervenções no dia a dia da empresa, o que também inclui processos relacionados ao capital humano, como programas de qualidade de vida, benefícios e educação.

2)     Elaborar um Plano de Sustentabilidade* – além de ser uma ferramenta para o comprometimento e a prática efetiva e estruturada da sustentabilidade, o plano é um balizador interno e externo das ações da empresa e é capaz de gerar valor para a marca frente aos diversos stakeholders.

3)     Estabelecer políticas de contratação – contratar exclusivamente fornecedores que cumpram a legislação e atendam às políticas de responsabilidade socioambientais definidas pela empresa no seu Plano, incentivando-os a praticá-las.

4)     Criar projetos de inteligência coletiva que envolvam funcionários, comunidade, clientes, fornecedores, ONGs, governos, universidades – a web 2.0, as comunidades de prática e os centros de excelência tem se mostrado ferramentas eficazes para a gestão deste tipo de projeto.

5)     Definir indicadores e métricas – são exemplos de indicadores: econômico, ambiental, social, trabalhista, direitos humanos, sociedade, responsabilidade produto. É possível fazer isso através da criação de metodologia própria ou através de alguma existente no mercado.

6)     Buscar obter certificações de órgãos balizadores, agregando valor à marca.

7)     Comunicar de forma eficaz as ações e os resultados, interna e externamente – tanto como forma de reinvestir energia no processo quanto como forma de apresentar subsídios capazes de influenciar o consumidor no processo de decisão de compra.

Como podemos ver, pequenas e médias empresas não precisam mais temer a tal sustentabilidade. Com planejamento e assessoria adequados, é possível diminuir o impacto de sua operação no meio em que atua, reduzir custos, aumentar vendas e ainda fortalecer sua imagem no mercado, contribuindo verdadeiramente para o equilíbrio entre desenvolvimento e bem-estar socioambiental.

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