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Archive for the ‘Inova!’ Category

grandes_ideiasSomente no ano passado a publicitária Marjory Imai, 40 anos, fez chover 58 vezes na Grande São Paulo. Junto com o irmão, Ricardo, ela é sócia da Modclima, empresa que, munida de um avião bimotor, radar e informações de satélites, promove chuvas artificiais. Com sete funcionários—de pilotos a especialistas do ITA—, o negócio, sediado em Bragança Paulista, faturou R$ 2,3 milhões no ano passado.

“No meu primeiro voo em nosso bimotor até chorei. de emoção. Vi da janela: a nuvem onde havíamos despejado água havia crescido e começava o temporal. Prova de que estava correta a teoria do meu pai, Takeu, engenheiro por formação e inventor por vocação. Para ele, sim, era possível provocar precipitações sem recorrer a aditivos químicos como outras empresas costumam fazer. com apoio da Sabesp, nosso principal cliente, desenvolvemos e patenteamos a tecnologia. depois de seis anos de pesquisas, fundamos, em 2007, a Modclima. de lá para cá, já demos uma mãozinha a São Pedro em plantações na Bahia e em Goiás. Agora queremos prevenir incêndios em parques nacionais — neste ano fizemos uma demonstração na chapada diamantina. do mesmo jeito que o homempode prejudicar o ambiente é possível dar um empurrãzinho na natureza para ajudar na recuperação dos estragos.”

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negocios

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O que é uma HDTV ?
hdtvHigh Definition TV ou TV de alta definição. Associadas a grande tamanho de tela e fina espessura, na verdade esses equipamentos se destacam pela melhor resolução. Nesse ponto, há dois tipos de aparelho e é importante verificar esse dado. Há modelos com 720 linhas e com 1080 linhas.

É importante tomar cuidado com esse detalhe, pois ver um filme em Blu-ray, que tem 1080 linhas, em um modelo de TV com 720 linhas, o resultado não será satisfatório.

Sinal digital x alta definição
Pode parecer a mesma coisa, mas não é. O primeiro representa apenas a forma como a imagem é transmitida, como se fosse o meio de transporte da cena. Com ele, a programação chega sem chuviscos, sem sombras e sem chiado.

O sinal digital também permite interatividade. É possível programar horário para avisar a que horas um programa começará, por exemplo, sem pagar nada a mais por isso. O inconveniente é que para sintonizar o sinal digital é necessário ter um conversor.

Já o sinal de alta definição é o que vai interferir de forma mais evidente na qualidade da imagem da televisão: são 525 linhas para o padrão de tubo contra 720 ou 1.080 para alta definição. Mas isso depende de como a programação, filme ou novela foram gravados. Um filme gerado na resolução de 480 linhas (DVD) terá apenas essa resolução na sua TV, mesmo que ela seja de alta definição.

Plasma ou LCD ?

(mais…)

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bndesO sistema usado pelo Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para avaliar e decidir que empresas receberão recursos (e com qual taxa de juro) sofrerá uma profunda transformação. Em vez de se concentrar no desempenho financeiro das companhias que pedem empréstimo, o BNDES passará a levar em conta também os chamados ativos intangíveis. Assim, quesitos como a capacidade de inovação, o relacionamento com stakeholders e os riscos ambientais inerentes ao negócio responderão por pelo menos 50% do peso da avaliação que o banco fará da companhia.

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InovaçãoQuando o tema é INOVAÇÂO, é fácil perceber que hoje, ao contrário da era da Revolução Industrial, a revolução é de ordem intelectual. Países e organizações com maior capacidade de gerir o conhecimento e inovar tem vantagem competitiva, e conseqüentemente, mais chances de sobreviver e alcançar a liderança no mercado.  

 

Em tempos de crise, é fundamental atrair investimentos. E conquistá-los está cada vez mais relacionado à capacidade de inovação dos países. Recente pesquisa da Boston Consulting Group mediu quesitos como qualidade da força de trabalho, educação, infraestrutura e desempenho nas empresas para classificar o ambiente para a inovação de cada país. Já revelo que o Brasil não obteve uma boa classificação.

 Aqui, ainda existe uma defasagem referente aos ciclos vividos nos EUA e na Europa. Os governantes preocupam-se em negociar a instalação de indústrias relacionadas à produção de bens tangíveis, mantendo a economia baseada em fatores retrógrados. O papel que temos ainda é  “servir” na cadeia produtiva. Na economia do conhecimento, o real crescimento está baseado na capacidade de produzir bens de valor agregado, os intangíveis. Não foi à toa que o Brasil não se classificou entre os 30 primeiros países na pesquisa. Mas também, contrariando o relatório anual de competitividade, o WYC, países como EUA e Japão não apareceram no topo da lista, que é formada em primeiro lugar por Singapura, seguida por Coréia do Sul, Suiça, Islândia, Irlanda, Hong Kong, Finlândia e só então EUA, Japão e Suécia.

Segundo o WCY (World Competitiveness Yearbook – que classifica e analisa o modo como os ambientes das nações criam e suportam a competitividade das empresas), o Brasil ocupa a 43ª posição no Ranking de Competitividade 2008, que abrange 55 países, ficando atrás de países vizinhos como Chile (26ª), Peru (35ª) e Colômbia(41ª). Também atrás de países como Nova Zelândia (18ª), Jordânia (34ª), Lituânia (36ª) e, obviamente, EUA (1ª), Singapura (2ª), Austrália (7ª), e diversos outros países da Europa e Ásia que possuem planos nacionais de desenvolvimento e vem expandindo a aplicação dos investimentos em conhecimento, principalmente em software, educação superior e P&D para até 6,6% do PIB (EUA, dados da OCDE – 2004). Aqui, a taxa anual média de incremento no gasto bruto com P&D foi de -0,3% (0,9% do PIB), enquanto em Israel representou 4,5% do PIB.

 

empreendedorNosso processo de difusão de conhecimento para a inovação ainda é lento e nosso ambiente ainda não é muito favorável. Apesar disso, tenho visto algumas iniciativas bem sucedidas em função de financiar e promover a inovação. Ainda bem que os empreendedores brasileiros não desistem nunca. Somos um povo criativo, inovador. E temos graças a isso resultados maravilhosos surgindo por aí.

🙂

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A crise, que tem levado muitos negócios à bancarrota, provocou efeito oposto para o McDonald’s, a maior rede de fast-food do mundo. Números recentes, relativos ao primeiro trimestre deste ano, mostram que as vendas já aumentaram quase 5% nos Estados Unidos, onde mais de um terço das 31 000 lojas da rede estão localizadas. Esse ritmo de crescimento é 60% mais veloz que o registrado no mesmo período de 2008, justamente antes da crise. O resultado do McDonald’s chama ainda mais atenção se contrastado com o desempenho de outros setores no mercado americano – como o de vestuário, cujas vendas encolheram 4,5%, ou o de automóveis, que minguou 25%. É verdade que o McDonald’s não é o único negócio no ramo de alimentos com as vendas em ascensão. Até agora, o crescimento do setor em 2009 foi de 3%. Tradicionalmente, esse é um mercado que sente menos o impacto de crises financeiras – inclusive no Brasil – por uma razão simples: mesmo no aperto, as pessoas não deixam de comprar comida. O que ocorre nessas horas, isso sim, é uma tentativa de economizar, movimento do qual o McDonald’s se beneficia agora. Para se ter uma ideia, os brasileiros estão gastando 40% menos quando vão comer fora, de acordo com uma nova pesquisa conduzida pelo consultor Enzo Donna, da ECD Food Service. Ele diz: “Os brasileiros já começaram a trocar o restaurante pelo fast-food”.

Negócios focados em comida mais barata tendem a prosperar em crises econômicas – mas isso só ocorre com aquelas empresas que já estão bem posicionadas no mercado. É esse o caso do McDonald’s, que acabara de emergir de uma crise interna que chegou a resultar no primeiro prejuízo de sua história, em 2002. Durante o período de baixa, o valor da marca, antes um trunfo, despencou 10%, de 27 bilhões para 24 bilhões de dólares. Numa época em que crescia a preocupação com a alimentação saudável, o McDonald’s era visto como um dos responsáveis pelos galopantes índices de obesidade no mundo – mais do que qualquer outra empresa no ramo de fast-food. A reação veio em duas frentes. A primeira foi incluir itens com apelo de “saudáveis” no cardápio, como saladas, sucos e frutas. A outra mudança na rede se deve à customização dos menus e das lojas, com o objetivo de se adaptar às particularidades de cada lugar. Na Europa, por exemplo, o McDonald’s começou a oferecer aos franqueados oito tipos de loja, algumas com a assinatura de designers de renome. “O McDonald’s só vai bem agora porque conseguiu se repaginar antes da crise”, diz Maurício Morgado, professor de marketing da Fundação Getulio Vargas. Para efeito de comparação, um concorrente como o Burger King – que pouco mudou nos últimos anos – não cresceu mais do que 1% neste ano.

As empresas que conseguem ir bem quando a economia vai mal costumam reunir duas características. A primeira diz respeito ao preço da mercadoria de que dispõem: numa crise, quanto mais baixo o valor, melhor. É o que ajuda a explicar o atual sucesso do Wal-Mart, no qual predomina um varejo mais popular, que já cresceu 6% desde novembro. Outra característica favorável a um negócio durante as crises é sua maior independência em relação ao crédito, que se torna mais caro e escasso. Enquanto as pessoas deixam de comprar carros e imóveis, elas tendem a adquirir um pouco mais de produtos supérfluos. Isso funciona como uma espécie de recompensa às privações. A Estée Lauder, entre as maiores fabricantes de cosméticos no mundo, chegou a criar um indicador para medir esse efeito: o “índice batom”. Na atual crise, as vendas do produto já cresceram 40% nos Estados Unidos. No Brasil, onde esse fenômeno é também evidente, a nova classe C tem sido fator decisivo para elevar os níveis de consumo. Pela primeira vez, esses brasileiros se puseram a comprar – inclusive sanduíches, até então algo caro para seu poder aquisitivo. Resume Marcelo Rabach, presidente do McDonald’s no Brasil, onde a empresa cresceu 22% no ano passado: “A situação nunca foi tão favorável”.

Carta-Capital

O presidente do McDonald’s Brasil, Marcelo Rabach, recebendo das mãos do Senador Eduardo Suplicy, pelo 10o ano consecutivo o prêmio “As Empresas Mais Admiradas no Brasil - Segmento: a empresa de alimentação rápida mais admirada”.

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“Isso já existe de verdade?!” Foi a pergunta de uma das nossas colegas de turma ao assistir a este vídeo do TED que mostra o demo de uma tecnologia realmente inovadora. ‘SixthSense’, ou ‘Sexto Sentido’, é uma inteface de sensores usados nas mãos e incrementa o mundo físico ao nosso redor com informações digitais e nos permite interagir com as informações através de gestos reais das mãos.

Pattie Maes

Pattie Maes

No MIT Media Lab’s new Fluid Interfaces Group, Pattie Maes pesquisa as ferramentas que nós usamos para trabalhar com informações e nos conectarmos uns aos outros.

Pranav Mistry

Pranav Mistry

Pranav Mistry é o gênio por trás do Sexto Sentido, que implementou e desenhou o sistema.

Para saber mais, acesse:

http://www.pranavmistry.com/projects/sixthsense/index.htm

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0000068695A TV Globo participou, em abril, de um painel de discussão sobre uso da tecnologia 3D na televisão. O evento foi realizado durante o encontro da NAB (National Association of Broadcasting), principal feira mundial de Radiofusão, no dia 20 de abril, em Las Vegas – EUA.

A TV Globo apresentou ao público o Carnaval 2009 gravado com tecnologia 3D (ou estereoscópica). O sucesso foi tanto que uma matéria foi publicada no site Variety.com pela jornalista americana Anne Thompson destacando a apresentação.

Confira abaixo a tradução de um trecho da matéria:

“A demonstração mais impressionante veio do Brasil com gravações trazidas pela TV Globo, que captou, editou e transmitiu ao vivo, quase que instantaneamente, cenas 3-D do Carnaval no Rio de Janeiro. Foi espetacular – mas o que realmente empolgou a platéia de anunciantes foi a imagem de uma lata de cerveja que girava, destacando-se do plano de fundo. Segundo José Dias, Diretor de Multimídia e Projetos Especiais da TV Globo, os anunciantes presentes queriam utilizar o recurso já no dia seguinte.”

Matéria completa na Internet: http://weblogs.variety.com/thompsononhollywood/3d

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