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Os atores Normal Blum e Cléber Toledo, do elenco de Malhação, mostram os dados de uma pesquisa realizada com quase quatro mil pessoas sobre as idéias que cercam a velhice.

Você concorda ? Discorda ? Queremos saber a sua opinião !

Pesquisa: Envelhecimento Saudável na Cidade do Rio de Janeiro. PARTICIPE!

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Quantos anos tem o idoso ?
O Plano de Ação Internacional sobre Envelhecimento das Nações Unidas (1982), acompanhando a orientação da Divisão de População, estipulou 60 anos como o patamar que caracteriza o grupo idoso. Porém, é usual, em demografia, definir 60 ou 65 anos como o limiar que define a população idosa, explica em seu texto sobre o Envelhecimento da população brasileira, o professor Morvan de Mello Moreira do Instituto de Pesquisas Sociais da Fundação Joaquim Nabuco (PE), acrescentando que “por envelhecimento populacional entende-se o crescimento da população considerada idosa em uma dimensão tal que, de forma sustentada, amplia a sua participação relativa no total da população. A ampliação do peso relativo da população idosa deve-se a uma redução do grupo etário jovem, em conseqüência da queda da fecundidade, configurando o que se denomina envelhecimento pela base”.

Atualmente milhares de projetos são gerenciados nas organizações pelo mundo. Todos com necessidade de gerenciamento de escopo, prazos, custos, pessoas. Neste cenário, torna-se cada vez mais importante que práticas em gerenciamento de projetos que sejam identificadas em um projeto possam ser replicadas em outros, reduzindo o retrabalho e seus custos associados. Além destes, outros fatores colocam como fundamental a identificação e reutilização de lições aprendidas em gerenciamento de projetos:

  • Natureza de projeto: todo projeto, por definição, possui a característica de ser temporário. Desta forma, com o encerramento do projeto ocorre a desmobilização da equipe e a experiência vivenciada pelo grupo acaba não sendo utilizada por outro projeto, caso não tenha sido devidamente classificada e armazenada;
  • Utilização de aprendizados anteriores: o próprio PMBOK – Project Management Body of Knowledge (PMI,2008), considerado a bíblia em gerenciamento de projetos, define como entrada em diversos de seus processos (nas áreas de integração, escopo, risco, entre outras) a utilização de lições aprendidas obtidas em projetos anteriores;
  • Empresas que possuem projetos em diferentes localidades possuem uma força de trabalho dedicada ao gerenciamento de projeto dispersada geograficamente. Quando consideramos que uma empresa pode possuir projetos sendo desenvolvidos mundialmente, onde existem grandes diferenças de fuso horários, esta situação potencializa a necessidade de um ambiente que permita toda a força de trabalho que trabalha com gerenciamento de projetos a trocar experiências sobre modelos, padrões, ferramentas e técnicas em gerenciamento de projetos.

Alguns aspectos devem ser considerados quando uma empresa desejar registrar e utilizar lições aprendidas em seus projetos:

  1. É necessário desenvolver uma metodologia de lições aprendidas de acordo com o porte, cultura e recursos disponíveis da organização detentora do projeto. Uma solução de lições aprendidas aplicada em uma organização de grande porte pode não trazer o mesmo retorno em outra organização de mesmo porte, mas de cultura diferente.
  2. O retorno financeiro devido à utilização de uma metodologia de lições aprendidas não é imediato. Existem exemplos na literatura (COLLISON, 2001),  (KOENIG, 2004) que provam o retorno financeiro em organizações, mas este retorno foi de médio ou longo prazo.
  3. Uma lição aprendida que tenha sido observada durante o planejamento de riscos de um projeto pode não ser necessariamente bem sucedida em outro projeto. É importante analisar o contexto onde o projeto se encontrava quando foi aprendida a lição. Por exemplo, uma técnica que tenha funcionado em um projeto de grande porte pode não ser aplicável a um projeto de pequeno porte ou vice-versa;
  4. Como vimos no post Conhecendo alguns conceitos sobre Lições Aprendidas, existem diversos conceitos de lições aprendidas na literatura, então é imprescindível que a organização selecione um conceito e este seja disseminado entre as equipes de projetos.
  5. A organização deve prover meios para aprender com o que foi aprendido pelas equipes de projetos, como vemos em Lições Aprendidas e o processo de Aprendizagem Organizacional

E finalmente, mas não menos importante, não se pode esquecer de que Lições Aprendidas só serão bem escritas,  registradas e utilizadas se as equipes de projetos estiverem motivadas e envolvidas nesta atividade. Uma dica é consultar o post 6 dicas para que políticas motivacionais sejam bem-sucedidas.

 

Referências

  • COLLISON, C. & PARCELL, G. Learning to Fly: Practical Lessons from one of the World´s Leading Knowledge Companies. Capstone. 2001.
  • KOENIG, MICHAEL D. & SRIKANTAIAH, T. KANTI. (Eds.) Knowledge Management – Lessons Learned: what works and what doesn’t. Medford, NJ: Information Today, Inc., 2004. ISBN 1-57387-181-8
  • PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE, PMBOK – A Guide to the Project Management Body of Knowledge, Fourth Edition, 2008.

idosos1Segundo o IBGE a população de idosos (pessoas com mais de 65 anos) representará, em 2050, 18% da população brasileira (estimada em 259 milhões de pessoas).

Até quando negligenciaremos este fato ?

Pesquisa: Envelhecimento Saudável na Cidade do Rio de Janeiro. PARTICIPE!

imagem_internet2008A cada dia que passa a internet se consolida, cada vez mais, como principal ferramenta de busca / análise para os consumidores brasileiros (segundo pesquisa realizada, 15% das compras de rua e shopping no Brasil passam pela internet).

200px-Outliers

A tônica do momento é discutir a crise global e seus efeitos, num movimento de miopia coletiva que impede vislumbrar as oportunidades que surgem, deixando-as em segundo plano.  O livro “Outlier – Fora de Série”, de Malcolm Gladiwell, aponta-nos uma perspectiva intrigante à respeito das razões que permitem a poucos a obtenção do sucesso em tempos como esses (Gladiwell estuda vários casos, desde Mozart a Bill Gates, por exemplo, procurando descobrir as razões das suas vidas extraordinárias.).

Em síntese, Gladiwell aposta que o êxito individual depende de talento, dedicação e sorte, mas também de outros fatores para os quais nunca se deu a atenção devida. A começar por aquilo que o autor denomina o “exemplo Mateus”: “porque a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado” (Mateus, 25:29). Uma alegoria brilhante para induzir à uma reflexão sobre os desdobramentos do fracasso, e sobre a seletividade dos vitoriosos.

A regra das 10 mil horas (o sucesso em qualquer campo é apenas uma questão de praticar uma determinada tarefa durante 10 mil horas…Trabalho, trabalho e mais trabalho) é outra referência feita por ele. A equação é simples:  são 98% de transpiração, mais 2% Inspiração, chegando-se a um resultado de 105%  de sucesso. Some-se a isso outros dois fatores descritos por Gladiwell: “O legado Histórico e a Zona de oportunidades”.

E você ? O que acha ?

fusion tablesO Google lançou silenciosamente, no dia 09/06/2009, um banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.

A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing, simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.

“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o anúncio do Google.

O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.

O esquema de ‘espaço de dados’ tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços para torná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.

Os ‘espaços de dados’ preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.

A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta ‘dimensão’ de atualizações em tempo real.

“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”

O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.