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Posts Tagged ‘GC’

taxonomy_diagramNo contexto contemporâneo dos negócios, o conhecimento está conduzindo a inovação e as organizações estão competindo sobre produtos que exigem alto conhecimento aplicado em uma economia baseada no conhecimento. Dado a crescente importância do conhecimento na atividade econômica, é necessário então foco sobre a gestão deste conhecimento como um ativo do negócio.

Para atingir esse objetivo, as empresas devem estabelecer uma taxonomia que forneça consistência de termos e conceitos a fim de sustentar a colaboração ao longo do diversificado portfólio de interesse comercial.

Portanto, para explorar o conhecimento embutido dentro dos múltiplos e complexos sistemas de informação, esta taxonomia deve estar completamente integrada com uma arquitetura técnica. Este artigo (em inglês) Strategic Leverage of Engineering Knowledge through Taxonomy Governance (Strategic Leverage Engineering Knowledge Througn Taxonomy Governance – Dr Rod Dilnutt) explora os conceitos que suportam essa capacidade e discute a abordagem tomada para alcançar a visão de coerência.

Strategic Leverage Engineering Knowledge Througn Taxonomy Governance – Dr Rod Dilnutt

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Estou reproduzindo abaixo uma matéria bem legal da ResultOn sobre avaliação de intangíveis:

Marca, know-how, ambiente de trabalho, patentes, capital intelectual, inovação, recursos humanos. Toda empresa é o resultado da soma de seus ativos tangíveis e intangíveis. Levando em consideração que os tangíveis são todos aqueles bens físicos, como calcular os intangíveis? Como obter os resultados que mostram o quanto sua empresa vale no mercado? Diversas teorias e cálculos podem ajudar na hora de saber o quanto você vale.

Lei No Brasil, a Lei 11.638/2007 regulariza o cálculo do intangível apenas como demonstrativo. Por isso, seus valores não servem como base para cobrança de impostos ou de qualquer outra contribuição tributária.

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 Quem são eles?

Os ativos intangíveis são tudo aquilo que não é físico. Investidores recorrem a eles para avaliar o potencial competitivo dos empreendimentos, e nos EUA sua mensuração é obrigatória. Por aqui, apenas as grandes companhias precisam apresentá-los em seus balanços patrimoniais. Mas as pequenas também podem usar os intangíveis para medir o próprio potencial. Por isso,
pedimos a Eduardo Kayo, professor de Administração na pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, para elaborar uma lista com os ativos intangíveis essenciais a qualquer empresa. Veja abaixo:

Alguns ativos intangíveis

Ativos humanos

– Conhecimento, capacidade, talento, habilidade e experiência
– Empregados-chave
– Treinamento e desenvolvimento

Ativos de inovação

– Pesquisa e desenvolvimento
– Patentes
– Fórmulas secretas
– Know-how tecnológico

Ativos estruturais

– Processos
– Softwares proprietários
– Banco de dados
– Sistema de informação
– Sistemas administrativos
– Inteligência de mercado
– Canais de mercado

Ativos de relacionamento

– Marcas, logos e trademarks
– Direitos autorais
– Contratos de clientes, fornecedores, licenciamentos e franquias
– Direitos de exploração mineral e de água, entre outros

Mensurar os ativos intangíveis mostra qual é o valor da empresa percebido pelo mercado. Exemplo clássico disso é o da Coca-Cola. Somando-se suas fábricas, caminhões, maquinários etc., tem-se uma empresa que vale US$ 6 bilhões. Computando-se os ativos intangíveis (como a marca), o valor salta para US$120 bilhões.

Calcule

Alguns ativos, como a marca, são difíceis de precificar ou quantificar. “Muitos dizem que a diferença entre o valor de mercado e o valor contábil de uma empresa seria equivalente ao intangível, mas essa é uma definição extremamente simplista”, observa Kayo.

O cálculo dos ativos depende de muitas variáveis, como, por exemplo, o valor intrínseco e o valor de mercado da empresa. O valor de mercado é fácil de descobrir quando a empresa possui ações na bolsa ou olhando-se o balanço no fim do ano. Já o intrínseco depende do fluxo de caixa que o investidor espera possuir no futuro. Para se chegar ao valor intrínseco, usa-se a seguinte fórmula:

formula
Vi
= valor intrínseco do ativo ou da empresa
FC
= fluxo de caixa esperado para o período t
k = taxa de desconto adequada ao risco do ativo ou da empresa
t = período correspondente ao fluxo de caixa

Mercado

Há quem ganhe dinheiro calculando o valor dos intangíveis das empresas. É o caso da Intcom, startup carioca que, apesar de não divulgar seu faturamento, conseguiu fechar negócio com a Vale, a Mongeral e a Wilson, Sons no último ano. Sua metodologia procura medir os ativos intangíveis a partir da percepção humana. Observando grupos – podem ser funcionários que participaram de um curso, por exemplo – e coletando opiniões, a Intcom chega ao dado que informa se o curso resultou em aumento da produtividade. “Esses ativos não estão refletidos nas demonstrações financeiras, mas se transformam em benefícios quando associados a alguma atividade ou ação da companhia”, defende Álvaro Antunes, sócio da empresa. Os intangíveis parecem ser um movimento do mercado para atribuir valor ao que há de humano nas empresas. Como conclui José Roberto Martins, dono da GlobalBrands: “O cálculo do valor das empresas não envolve apenas o levantamento de números ou da sua contabilidade, o que é até fácil. Difícil é apurar informações que revelem o que as pessoas querem realmente saber e o que torna os negócios valiosos na sociedade do conhecimento: valores humanos, associados a flexibilidade, inteligência e capacidade de adaptação rápida ao mercado; poder de inovação e comercialização de soluções em tempo rápido; infraestrutura de negócios associada a uma marca forte”.

Fonte: ResultOn

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Imagina um paparazzi de plantão diariamente fotografando você. Bem, se você fosse algum tipo de celebridade, talvez até tivesse uma compensação. Mas imagine se esse paparazzi curiosamente fosse seu pai, você fosse uma criança e não tivesse opção porque esta foi a forma que ele encontrou para registrar o seu crescimento em detalhes? No mínimo, curioso! Eis aqui uma ferramenta de Gestão de Conhecimento.

Fazer essas fotos diariamente durante 13 anos superou a persistência de Jonathan Harris, que em uma experiência semelhante de storytelling, passou 9 dias registrando com sua câmera a rotina da caça às baleias no Ártico – uma tradição milenar usada como recurso para alimentar os esquimós da região – e acumulou nesse período exatas 3.214 imagens. Proporcionalmente, Jonathan clicou muito mais. Mas Munish Bansal, que registrou de um jeito inusitado o crescimento dos filhos desde o nascimento da primeira, em 1996, e conseguiu acumular mais de 8 mil imagens digitais dos filhos em suas diferentes fases, contou não apenas com determinação, mas também com a paciência mega solidária das crianças (rs), atualmente com 13 e 10 anos de idade.

Fotos da filhaBansal faz pelo menos uma foto diária dos filhos e confessa numa entrevista ao jornal britânico Daily Mail, que não é a coisa mais divertida que as crianças fazem, mas acredita que um dia eles vão curtir a iniciativa já que ele conseguiu registrar detalhes das diferentes fases do seu crescimento.

No que tange à Gestão de Conhecimento, podemos dizer que foi uma aplicação doméstica de uma de suas ferramentas. Mas em relação aos objetivos da GC e lembrando da frase: “Um tolo com uma ferramenta ainda é um tolo”, deixo a pergunta: Será que ele realmente conseguiu mapear o conhecimento ali existente ou apenas criou uma giga álbum de fotos???

Por Marcinha Tavares
🙂


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