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Posts Tagged ‘informação’

imagem_internet2008A cada dia que passa a internet se consolida, cada vez mais, como principal ferramenta de busca / análise para os consumidores brasileiros (segundo pesquisa realizada, 15% das compras de rua e shopping no Brasil passam pela internet).

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Segundo estudo global realizado pela IBM, 60% dos projetos que visam promover mudanças organizacionais nas empresas fracassam. A pesquisa foi realizada no final do ano passada com mais de 1,5 mil executivos em 15 países, incluindo o Brasil.

Os maiores obstáculos para o sucesso desse tipo de empreitada são a cultura corporativa e a resistência dos funcionários, conclui o estudo. Para 60% dos entrevistados, mudar a forma de pensar e a atitude das pessoas é muito difícil e 49% dos pesquisados dizem que os colaboradores, geralmente, têm dificuldade em se adaptar às transformações e temem encarar os desafios.

Mas, se a maioria dos CEOs considera que suas empresas estão falhando na tarefa de executar mudanças, muitos executivos estão aprendendo como contornar as dificuldades e melhorar os resultados. Em média, de acordo com a pesquisa, 41% dos projetos foram considerados satisfatórios pelos entrevistados em relação aos prazos, orçamento e qualidade. Os outros 59% falharam em todos ou, pelo menos, um dos objetivos.

O percentual de CEOs que esperam mudanças substanciais em suas organizações pulou de 65% em 2006 para 83% no ano passado. Entretanto, a satisfação com as transformações obtidas subiu bem menos, de 57% para 61% no mesmo período, levando o chamado “change gap” — diferença entre a mudança esperada e a sensação de ser capaz de gerenciá-la — triplicar em cerca de dois anos.

Segundo a IBM, a principal conclusão do estudo é que o sucesso dos projetos depende mais das pessoas do que da tecnologia. A empresa, em função disso, identificou quatro fatores comuns para distinguir os maiores desafios em projetos de transformação:

desafios

1- Percepções reais, ações reais – companhias que estão cientes dos desafios têm o dobro da percentagem de projetos bem-sucedidos e 27% menos projetos problemáticos ou fracassados.

not5_32- Métodos sólidos, benefícios sólidos – aqueles que sempre seguem procedimentos específicos e formais têm uma taxa de sucesso nos projetos de 52%, comparado aos 36% de taxa de sucesso daqueles que improvisaram de acordo com a situação.

comuniquese3- Melhores Habilidades, Melhores Mudanças – o envolvimento e a comunicação de mão dupla são duas poderosas ferramentas: 72% dos líderes acreditam que o envolvimento do funcionário é crucial e 70% acreditam que uma comunicação honesta e no momento certo é importante.

0,,15021863,004- Investimento Certo, Impacto Certo – as empresas com melhores resultados na implementação da mudança investiram no aumento de noção da complexidade do projeto, gastando mais em criar habilidades de mudança e desenvolvendo suas ferramentas, métodos e capacidades de longo prazo.

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morda%C3%A7aO que todos os usuários responsáveis da internet temiam aconteceu: a Justiça condenou o dono de um blog a pagar indenização a um cidadão que se sentiu ofendido por comentários feitos por um leitor da página.

O problema que desabou nas mãos da Justiça de São José dos Campos levantou uma questão em torno da liberdade de expressão e de quem é o responsável por esse direito. Na internet, qualquer um pode abrir um site e dizer o que bem entender. Basta saber que será responsabilizado por qualquer infração, civil ou criminal, que cometer com as suas palavras. No caso dos blogs, o problema é maior. O dono do site, em geral, abre um espaço para os leitores discutirem e, dificilmente, monitora minuto a minuto. Nesse ínterim, pode ser pego desprevenido e responsabilizado por ofensas ditas pelos leitores.

Foi o que aconteceu com Fernando Gouveia, dono do blog Imprensa Marrom. Ele foi condenado a pagar 10 salários mínimos (o equivalente hoje a R$ 3.500) para o empresário João Pedro Caiado de Castro. O motivo: Castro considerou ofensivo um comentário deixado por um leitor do blog. A decisão é da juíza Ana Paula Theodosio de Carvalho, de São José dos Campos, provavelmente uma das primeiras a decidir sobre a questão.

Por causa do tal comentário, o blogueiro foi obrigado a retirar seu site do ar durante um tempo. Na sua página, ele dá a sua versão do que aconteceu e afirma: blogueiros, retirem a parte aberta para comentários do site. Ou seja, acabem com a liberdade dos leitores de dizer o que bem entendem. Ele próprio fez isso no Imprensa Marrom.

(mais…)

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0000069899A opinião é unânime. Os vídeos dos TED Talks são uma delícia de ver. Qual é o segredo dessas palestras ? O primeiro, e principal, segredo é: só tem gente bamba falando.

Mas, mesmo que você não seja tão bamba quanto esse pessoal, pode fazer uma apresentação em sua empresa, ou para clientes, ao estilo TED Talk. Basta seguir as 10 regras formatadoras (DOs & DONT’s).

1. Não despeje o conteúdo simplesmente.
2. Sonhe um sonho grande ou mostre algo realmente novo – ou ainda algo que você nunca compartilhou antes.
3. Revele sua curiosidade e sua paixão.
4. Conte uma história.
5. Comente à vontade sobre o que outros falam, trazendo à tona concordâncias e controvérsias.
6. Não se apegue muito ao ego. Mostre vulnerabilidade, exiba (use) seus fracassos tanto quanto seu sucesso.
7. Não venda nada no palco: nem sua empresa, nem produtos, nem livros. Nem peça dinheiro.
8. Lembre-se o tempo todo de que rir (e provocar risos) é bom.
9. Não leia sua apresentação. Jamais.
10. Não roube o tempo dos que o estão seguindo.

Também há exemplos de apresentações igualmente impactantes apesar dos recursos variarem:

• Sem slides e sem script (no teleprompter): Ken Robinson/Do schools kill creativity?
• Com slides incrivelmente visuais: Seth Godin/Why tribes, not money or factories, will change the world
• Com slides simples (mas de alto impacto): Al Gore/15 ways to avert a climate crisis
• Com script (no teleprompter) e sem slides: Isabel Allende/ Tales of passion
• Com slides supérfluos, em bullets: Tony Robbins/Why we do what we do
• Com script (no teleprompter) e com slides: Jill Bolte Taylor/My stroke of insight
• Com slides que são mera desculpa para contar histórias: Hans Holing/Debunking third-world myths with the best stats you’ve ever seen
• Com excesso de slides: Larry Lessig/How creativity is being strangled by the law
• Com música ao vivo: Ben Zahnder/Classical music with shining eyes

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Evento Clube de Engenharia

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monitoramentoQuase todas empresas reconhecem o potencial das redes de relacionamento como Twitter e Facebook na divulgação suas marcas e produtos. O problema é que são raras as que se sentem à vontade para usar esses sites como uma ferramente efetiva de marketing. O principal motivo é que elas temem perder o controle do que está sendo dito a seu respeito na internet.

O jornal Advertising Age informa em sua edição online que acaba de ser criada uma ferramenta especial chamada Tinker que possibilita às empresas controlar o que está sendo dito a seu respeito e até mesmo induzir discussões positivas de suas marcas. Confira aqui a apresentação (em inglês) da nova ferramente pelo executivo Joe Lagani, da empresa Glam Media, a criadora do Tinker, durante uma conferência no congresso da Associação Nacional dos Anunciantes, em Nova York, na semana passada.

Vale a pena também dar uma navegada no site para conhecer o dispositivo.

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Investir em conhecimentos rende sempre melhores juros.” (Benjamin Franklin)

Conclusão

servicosCom demasiada freqüência, a transferência do conhecimento tem estado confinada a conceitos tais como melhoria de acesso, comunicação eletrônica, repositórios de documentos, e assim por diante. É chegada a hora das empresas voltarem a sua atenção para os aspectos mais humanos – do acesso para a atenção, da velocidade para a viscosidade, dos documentos para as discussões.

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