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Posts Tagged ‘inovação’

header3Já está no ar o “Blog da Denise” (www.blogdadenise.com.br), que marca o início do programa Norma, protagonizado por Denise Fraga, na Internet. Na TV, a estreia está prevista para outubro.

Neste formato, totalmente novo, o programa nasce a partir do blog, onde Denise vai interagir com os internautas oferecendo conteúdos e, principalmente, temas para que eles contribuam com vídeos, opiniões e sugestões para os roteiros do programa. O público vai  sugerir diálogos, conflitos e definir os rumos da história.

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A inovação é um “valor” cada vez mais presente na comunicação institucional das organizações. No entanto, na prática, muitas vezes não passa de uma expressão de desejo, carecendo do devido respaldo na cultura organizacional.

Nos últimos meses, é notória a intensificação do interesse em tornar as organizações “realmente inovadoras”, seja como panacéia para superar a crise atual ou como evolução inevitável de um mundo global. No entanto, pouco se fala da natureza relacional da inovação e da importância de contar com instrumentos científicos para diagnosticar e gerir as redes sociais da qual ela emerge.

Sabe-se que todos nós temos, pelo menos uma vez na vida, uma idéia genial. Mas, fatores como o isolamento, o tempo e o contexto adversos, dificultam o desenvolvimento e a aplicação das idéias individualmente gestadas.

Por sua vez, as organizações, tem a vantagem potencial de estabelecer complexas redes de colaboradores e stakeholders, constituindo um verdadeiro “super-organismo” vivo e em constante evolução. Nele, a capacidade de achar novas soluções e novos nichos não deveria depender mais da genialidade individual dos “talentosos, imperdíveis ou gurus”, mas da estrutura emergente das redes de cooperação e inovação que interconectam pessoas e idéias gerando inovações.

Todavia, para avançar no conhecimento e desenvolvimento das redes de cooperação e inovação é preciso contar com métodos científicos e não meramente retóricos ou metafóricos.

2053402123_171fa3ff41Neste sentido, a Análise de Redes Organizacionais – do acrônimo em inglês ONA – se posiciona como uma metodologia cientificamente validada que permite visualizar e mensurar as redes de cooperação e inovação dentro das organizações e entre elas e seus stakeholders, tornando visíveis as redes humanas de inovação e ajudando a aprimorá-las.

Através desta metodologia – aliada com a análise profunda da cultural organizacional conhecida como Antropologia Organizacional – é possível diagnosticar, como um raio-x, a topografia da rede organizacional, identificando os clusters e indivíduos que afetam positiva ou  negativamente a cooperação, inovação e motivação organizacional. 

Uma organização que goza de boa saúde em termos de cooperação e inovação tende a apresentar redes densas e coesas dentro dos seus departamentos chaves e, sobretudo, entre eles, extraindo o máximo da capacidade criativa inerente ao seu capital humano em rede.

posicionamento3Contudo, para inovar, as organizações modernas precisam desenvolver diversos vínculos externos, transcendendo o super-ego organizacional – do estilo “nós temos os melhores e não precisamos de mais ninguém” – e gerando colaborações com os mais diversos stakeholders. Exemplos disso são as organizações cujo core business é a inovação e que, para tanto, investem fortemente na criação de parcerias estratégicas envolvendo fornecedores, comunidade e  institutos de pesquisa.

O sociólogo americano Mark Granovetter denominou estes vínculos externos como “fracos”, por tratar-se de conexões menos próximas e freqüentes que as desenvolvidas internamente. Ele descobriu que na hora de cooperar e inovar são estes vínculos os mais efetivos para acessar novas informações e desenvolver novas idéias, uma tese que plasmou no seu famoso artigo “A fortaleza dos vínculos fracos” (Granovetter, 1973), considerado uns dos trabalhos mais influentes da sociologia moderna.

Assim, vemos que a inovação requer uma gestão estratégica e sistêmica das poderosas redes sociais dentro e fora da organização, onde a Análise de Redes Organizacionais (ONA) – junto com a Antropologia Organizacional – se posiciona como uma abordagem sólida de diagnóstico e desenvolvimento da inovação em organizações que procuram atingir esse estado de genialidade coletiva.

(Por Ignacio García – antropólogo organizacional e sócio fundador da Tree Branding, empresa de consultoria que integra Branding com Desenvolvimento Organizacional através de um enfoque baseado no capital social)

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invencaoQuando se fala em inovação, logo vem à mente grandes mudanças, descobertas sensacionais, pessoas altamente criativas, que têm “estalos” brilhantes. Claro que os grandes inventores representam um papel primordial para a humanidade, com descobertas que muitas vezes mudaram o rumo da vida humana.

Entretanto, quando se fala em inovação nas empresas, temos necessidade de analisar o termo sob um outro ângulo. Em primeiro lugar, vamos analisar a diferença entre invenção e inovação: invenção é a criação de algo totalmente novo e que nem sempre é colocado no mercado. O mundo está cheio de invenções que nunca saíram do papel ou da prateleira. Já a inovação é quando algo de novo, não necessariamente recém descoberto, chega ao mercado. Assim, inovação é algo criado para ser distribuído, comercializado.

As inovações, de forma geral, são classificadas como disruptivas e incrementais. As disruptivas são aquelas que representam algo de inédito, um produto ou processo inteiramente novo. Já as inovações incrementais são as modificações inéditas feitas também em produtos ou processos, mas que não significam a ruptura com o já existente e sim acréscimos e melhorias sobre o que já está em prática.

(mais…)

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ibmA IBM, através de suas pesquisas, compreendeu a importância de se desenvolver tecnologias que atendam a um mercado pouco explorado; aprendeu que ao visar o envelhecimento mundial das pessoas, ela poderia proporcionar não apenas maior rentabilidade com as vendas de seus produtos, mas que poderia ajudar o mundo com novas soluções…E você ? Já parou para refletir sobre este assunto ?

Pesquisa: Envelhecimento Saudável na Cidade do Rio de Janeiro. PARTICIPE!

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KM Brasil 2009

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grandes_ideiasSomente no ano passado a publicitária Marjory Imai, 40 anos, fez chover 58 vezes na Grande São Paulo. Junto com o irmão, Ricardo, ela é sócia da Modclima, empresa que, munida de um avião bimotor, radar e informações de satélites, promove chuvas artificiais. Com sete funcionários—de pilotos a especialistas do ITA—, o negócio, sediado em Bragança Paulista, faturou R$ 2,3 milhões no ano passado.

“No meu primeiro voo em nosso bimotor até chorei. de emoção. Vi da janela: a nuvem onde havíamos despejado água havia crescido e começava o temporal. Prova de que estava correta a teoria do meu pai, Takeu, engenheiro por formação e inventor por vocação. Para ele, sim, era possível provocar precipitações sem recorrer a aditivos químicos como outras empresas costumam fazer. com apoio da Sabesp, nosso principal cliente, desenvolvemos e patenteamos a tecnologia. depois de seis anos de pesquisas, fundamos, em 2007, a Modclima. de lá para cá, já demos uma mãozinha a São Pedro em plantações na Bahia e em Goiás. Agora queremos prevenir incêndios em parques nacionais — neste ano fizemos uma demonstração na chapada diamantina. do mesmo jeito que o homempode prejudicar o ambiente é possível dar um empurrãzinho na natureza para ajudar na recuperação dos estragos.”

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negocios

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bndesO sistema usado pelo Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para avaliar e decidir que empresas receberão recursos (e com qual taxa de juro) sofrerá uma profunda transformação. Em vez de se concentrar no desempenho financeiro das companhias que pedem empréstimo, o BNDES passará a levar em conta também os chamados ativos intangíveis. Assim, quesitos como a capacidade de inovação, o relacionamento com stakeholders e os riscos ambientais inerentes ao negócio responderão por pelo menos 50% do peso da avaliação que o banco fará da companhia.

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