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Posts Tagged ‘marketing’

clientesdigitaisSe dar bem no trabalho não depende somente do desempenho. Ter carisma e ser atento, por exemplo, também fazem você se destacar. Confira as dicas  !

1- Seja atento
Estar atento a tudo e a todos vai fazê-lo perceber que seu colega precisa de uma ajuda numa atividade, que seu chefe está ansioso por causa de um projeto, e por aí vai. Depois, é só preencher essas lacunas. Mas cuidado para não exagerar e acabar estressado ou invadindo o espaço alheio.

2- Saiba ouvir
Quem não conhece uma história de um velho sábio que pouco falava ? Pois é, a sabedoria é daqueles que mais ouvem do que falam. Pode parecer fácil, mas não é tão simples ouvir as pessoas. Comece praticando em casa, em seguida, amplie para os amigos até se tornar um bom ouvinte.

3- Fale com o olhar
Os olhos falam mais do que uma frase inteira. Todos nós em algum momento dizemos algo com olhar. Veja o mundo ao seu redor, note as pessoas e olhe nos olhos ao se dirigir a elas, pois este é um dos passos fundamentais para conquistar alguem.

4- Respire corretamente
Não é a toa que as atividades de relaxamento trabalham com a forma de respirar. Ao ter uma respiração longa e profunda, você equilibra seu organismo, alcança a serenidade e transmite segurança e controle emocional, coisas que funcionam como ímãs.

5- Brinque com as palavras
Eis uma das mais incríveis ferramentas de comunicação. Mas não basta repetir palavras. Elas precisam ser verdadeiras, úteis e agradáveis, ainda que sejam durante uma ‘bronca’ em seu funcionário. Dica: esqueça os excessos: palavras eruditas, gírias, falar alto ou rudemente.

6- Use seu sexto sentido
Ouça e acredite na sua voz interior. Isso não tem nada a ver com misticismo, mas com seu eu mais íntimo, aquele que de fato sente, vê e ouve o mundo à sua volta. Siga sua intuição, ela a colocará à frente dos acontecimentos.

7- Bom humor é fundamental
Ter bom-humor é essencial para as relações. Faça um teste: dê um sorriso simpático e diga uma frase animadora, alegre, para aquela colega que sempre está resmungando. Você vai perceber que com o tempo a sisudez dela dará espaço para a alegria, pelo menos com relação a você.

8- Seja generoso
Para conquistar pessoas
é preciso doar, o que significa compartilhar emoções, experiências, medos e anseios, sonhos, conhecimentos. Quando você pratica essa ação está exercitando o melhor de si.

9- Encontre o equilíbrio
Pode parecer subjetivo e distante dizer que você precisa ser uma pessoa equilibrada. Comece, então, fazendo isso com seu corpo, andando com firmeza e decisão. Sintase seguro ao caminhar e com certeza as pessoas o verão de forma mais confiante e mais equilibrada.

10- Brilhe
Nunca chegue em um ambiente com uma postura simplória, entre resplandecente, transmita toda a sua energia aonde quer que vá. Seja um sol, brilhe e conquiste as pessoas. Aprecie o que vê no espelho e todos passarão a gostar também do que vêem. Os melhores conquistadores da história têm seu brilho próprio.

Fonte: Revista Vida Executiva / Edição 33

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O Brasil é o segundo país do mundo em que o uso da internet apresenta maior crescimento. Essa é uma das conclusões de um estudo realizado pelo Giga Information Group sobre o número de servidores conectados aos provedores web. Na frente do Brasil está apenas a Eslováquia. Em seguida vêm Polônia, Chile, Taiwan, Hong Kong, Espanha, China, Uruguai e Dinamarca. De acordo com o levantamento, existem no Brasil mais de 860 mil servidores em que se conectam cerca de 17,3 milhões de usuários. Esses dados mostram que cada servidor atende a cerca de 20 usuários. Na América do Norte essa taxa é de 2,4 usuários por servidor. Segundo o Giga, a demanda pela internet e o número de usuários crescerá ainda mais rápido à medida que as pessoas passarem a usar computadores mais baratos como Palmtops.

Fonte: Giga Information Group

sabiaVocê sabia…

que 78% dos internautas brasileiros avaliam a Internet nacional como ótima/boa ?
que mais da metade dos internautas que nunca fizeram compras online
pretendem comprar em breve ?
70% dos internautas brasileiros utilizam e-mail para enviar e receber informações ?
CDs,livros,artigos de informática,passagens aéreas,filmes em DVD e eletro-eletrônicos,  nesta ordem, são os produtos que mais despertam o interesse  dos usuários que compram online ?
que 64% dos internautas consideram criativos os pop ups veiculados nos sites ?

Conheça o perfil do internauta brasileiro:Perfil

Classe social: 84% são das classes A e B.
Idade: 73% dos usuários estão acima dos 20 anos.
Frequência de acesso à Internet: 71% acessam uma ou mais vezes ao dia.

Fonte: Ibope

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A marca é um importante ativo intangível mas não é o único…

cifraoOu do contrário, o capital intangível das empresas, grosseiramente dado pela diferença entre seu valor de mercado e patrimônio líquido, seria igual ao valor da marca bradado por institutos de brand valuation (cada qual chegando, por metodologias diferentes, a valores diferentes para as marcas das mesmas empresas). Contas e números, no final do dia, são coisas mais sérias e menos sujeitas a análises puramente palpiteiras do que discursos apaixonados sobre o âmago instrínseco da personalidade marcante da marca corporativa… Ou qualquer absurdo lingüístico e retórico que seja escolhido para defender pontos de vista ingênuos, mal-formados ou mesmo mal-intencionados.

Mais ainda, seguindo pelo caminho das obviedades, diversas empresas em diversos segmentos de mercado (ex.: atacado e infra-estrutura) mal precisam de sua marca para se tornarem relevantes e sim… terem reputação transacional.
 
Entretanto, volta e meia vemos publicitários, marqueteiros e analistas desavisados (o pequeno grupo dos ruins da profissão) defenderem que a marca das empresas corresponde à totalidade de seu ativo intangível. Fica claro, pelo menos aos mais responsáveis, que isso é uma inverdade fundamental, além de uma forte incapacidade matemática de chegar a conclusões.
 
marcas-300x225Marca é um intangível extremamente relevante, de uma miríade potencial de mais de 100 intangíveis de que as empresas, em média, podem dispor (referente ao estudo da DOM Strategy Partners chamado Gestão Sistêmica de Ativos Intangíveis) para construírem sua estratégia de diferenciação e perenidade.
 
Foi-se o tempo em que estoques, vendas e maquinários eram os únicos ativos de uma empresa. Hoje, valores como capital humano, inovação, governança corporativa e relacionamento com clientes e consumidores são alguns dos intangíveis que realmente diferenciam uma companhia de suas concorrentes. E a marca é outro desses ativos que influencia, e bastante, a competitividade e os resultados das empresas. Dependendo do setor, isso pode ser ainda mais verdade. Bens de Consumo (alimentos, bebidas, higiene e cosméticos), Varejo, Serviços, Financeiro e Automobilístico dentre outros, são setores em que a marca é um dos ativos que tem maior peso e que, de certa, reúne em sua expressão, boa parte dos demais intangíveis da empresa.
 
Estudos da Stern Stewart indicam que empresas com marcas fortes têm seu resultado afetado de maneira muito mais suave em recessões do que as que não têm grandes marcas no portfólio de produtos. Aqui no Brasil, por conta de nossas análises nas 1000 maiores empresas do Valor, para o PIB 2007 e 2008 – Prêmio Intangíveis Brasil (www.premiopib.com.br) – pudemos notar que as empresas que melhor gerenciam suas marcas entregam resultados mais consistentes aos seus acionistas no longo-prazo. Ou seja, esse é um ativo que deve ser gerido como estratégico pelas organizações.
 
Mas como se cria e sustenta uma marca forte e relevante? Há vários fatores que a influenciam e que se retro-alimentam; dentre eles seu posicionamento, a comunicação, o marketing, a propaganda, os produtos e serviços que a abraçam, os talentos humanos e o relacionamento com os stakeholders corporativos, principalmente os clientes e consumidores.

E3D_tendenciasConstruir marcas, como deveria ser, não tem a ver só com publicidade, divulgação ou promoção. Diversas empresas conseguiram ter sucesso e liderança de mercado mesmo sem ter suas marcas amplamente divulgadas, conhecidas ou idolatradas. Em alguns setores até, como infra-estrutura e bens de capital, o peso da marca pode ser bastante diminuído. Em outras palavras, o nível de recall da marca nem sempre é seu melhor termômetro de saudabilidade ou mesmo de eficácia de posicionamento.
 
Branding é, de maneira geral, fundamental para qualquer empresa. Mas há outros intangíveis extremamente relevantes para qualquer organização, em qualquer setor, e que muitas vezes são confundidos com a marca por terem natureza parecida com ela. São eles: a imagem e a reputação.
 
Marcas são relevantes para o negócio, e como tal têm seu valor. Sua principal contribuição para o negócio reside, variando de setor para setor, de negócio para negócio, em contribuir com os dois grupos de fatores centrais do sucesso das empresas – (i) reputação e imagem e (ii) competitividade e resultados.
 
Marcas bem construídas e com valores e princípios alinhados ao seu posicionamento e públicos contribuem para a boa reputação e imagem das empresas ao agregarem “comerciabilidade” aos produtos, serviços e à própria companhia (em função de serem mais facilmente aceitas, por serem mais facilmente reconhecidas). Igualmente, marcas bem construídas trazem competitividade e resultados às empresas, pois significam a possibilidade de cobrar prêmios em seus preços, por conta dos elementos ligados à sua diferenciação e posicionamento exclusivos.

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Em suma, recomendamos aos gestores das companhias analisarem com profundidade a real necessidade, profundidade, amplitude e criticidade no investimento feito em suas estratégias de marca (e, por decorrência, de marketing, propaganda, promoção, internet etc). Branding sim, mas estratégico, afinado, eficaz e quantificável. Já é hora de abandonarmos o discurso padrão de que 50% do investimento em marca, propaganda, marketing e até sustentabilidade vai para o lixo. Vamos fazer contas, definir e adotar métricas e formas de se quantificar o valor deste intangível e dos outros.
 
Afinal, intangíveis só têm valor quando são percebidos pelo stakeholder que com eles interagem; mas, paradoxalmente, só valem alguma coisa de fato (em balanços, demonstrativos etc), quando mostram quanto valem.

(Por Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting Corp., é atualmente CEO da DOM Strategy Partners, presidente do Instituto Titãs do Conhecimento e co-manager da InVentures Participações. Articulista, conferencista e palestrante internacional, especialista em Estratégia Competitiva, Marketing e Gestão, é também co-autor do livro “Ativos Intangíveis – O Real Valor das Empresas”, publicado pela Ed. Campus Elsevier).

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0000073141A internet passa por constantes transformações e o ano de 2009 vem consolidando estratégias que buscam potencializar o posicionamento de um site nos resultados de busca. Quer sejam esses resultados patrocinados ou orgânicos.

De acordo com pesquisa publicada pelo eMarketer em março deste ano, o mercado americano de busca registrou faturamento de US$ 13,5 bilhões em 2008. Cerca de 88% deste montante é resultado de investimentos das companhias em links patrocinados. O restante representa investimentos em SEO (Search Engine Optimization), ou Otimização de Sites. Outra informação relevante é que a busca representa atualmente 50% do montante direcionado pelas empresas americanas para a publicidade online.

Diante desse cenário, alguns anunciantes perguntam: investir em otimização ou em links patrocinados ? As duas estratégias são importantes e se complementam.

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08_googlechrome_kO Google segue com sua estratégia de expansão dos negócios para outras áreas além da internet. A mais recente novidade da empresa foi anunciada nesta quarta-feira, 8, e diz respeito ao desenvolvimento de um sistema operacional de código aberto, denominado Google Chrome OS, que será destinado a PCs.

“Estamos anunciando um novo projeto que é uma extensão natural do Google Chrome – o Google Chrome Operating System. É a nossa tentativa de repensar o que os sistemas operacionais devem ser”, escreveu o vice-presidente de produtos do Google, Sundar Pichai em um post no blog oficial da empresa.

De acordo com o executivo, inicialmente o sistema operacional irá rodar em netbooks. A meta é abrir o código-fonte do Chrome OS ainda neste ano e, segundo o Google, os netbooks com o sistema devem chegar ao mercado no segundo semestre de 2010.

“Já estamos conversando com parceiros sobre o projeto”, adiantou Pichai. Com isso, a Microsoft ganha uma concorrente de peso no mercado de sistemas operacionais, principalmente no segmento de netbooks, no qual tem forte presença com uma versão light do Windows XP.

Apesar de inicialmente o Google Chrome OS será destinado a netbooks, o executivo frisou que o sistema operacional está sendo criado para pessoas que gastam a maior parte do seu tempo na web, e que portanto está sendo concebido para poder rodar em todos os computadores, o que inclui também grandes desktops.

O Google reconhece, no entanto, que existem algumas áreas nas quais pode haver um sobreposição entre o Google Chrome OS e o Android, sistema operacional voltado para smartphones.

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mst_146.2Imagine acordar e ser informado, pelo celular, de que o caminho que você costuma utilizar para chegar ao trabalho está excepcionalmente livre naquele exato momento. Na hora do almoço, seu BlackBerry o alerta sobre um novo restaurante na cidade que vem se tornando popular entre executivos de sua idade. À noite, recebe no celular uma oferta imperdível: aquele carro que você havia fotografado dois dias antes está em oferta numa loja da vizinhança. Esse roteiro, que mais parece coisa de ficção científica, está bem próximo de se tornar realidade. Empresas como Nokia, Microsoft e Google, além das próprias operadoras de telecomunicações, têm investido pesadamente no desenvolvimento de tecnologias capazes de esmiuçar o comportamento humano por meio do uso que fazemos de nossos telefones celulares. “Esses aparelhos fornecem informações preciosas sobre o comportamento dos indivíduos”, afirma Thomas West, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e um dos principais estudiosos do assunto. “E as empresas estão começando a tirar proveito disso.” O celular, assim, está prestes a se tornar um espião do dono.

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cliente-e-empresa1Um desanimado vendedor de Refrigerantes volta de uma frustrada temporada em Israel.

Seu amigo lhe pergunta:

– Por que você não conseguiu ter sucesso com os israelenses ?

O vendedor lhe disse:

– Quando fui designado para o Oriente Médio eu estava confiante de que conseguiria vender muito bem. Mas havia um problema: eu não sabia falar nada em hebraico. Então, pensei em criar uma sequência de três cartazes para transmitir minha mensagem de vendas.

A importância de se conhecer o cliente
Primeiro cartaz: Um homem caído na areia do deserto…totalmente exausto, a ponto de desmaiar. 
Segundo cartaz: O homem está bebendo Refrigerante.
Terceiro cartaz: Nosso homem, agora completamente recuperado.

Então, mandei afixar estes cartazes em todos os lugares.

– Bem, me parece que isso deveria ter funcionado muito bem – disse-lhe o amigo.

O vendedor respondeu:

– Eu só não sabia que os judeus lêem da direita pra esquerda !

aff_espanto_bebe

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